Candidato ao Senado, o deputado federal Filipe Barros (PL) tem sido pressionado desde que Malu Gaspar, do jornal o Globo e da Globonews, revelou que Eduardo Bolsonaro disse, antes de fugir para os Estados Unidos: “Para quem acha que eu não [vou] estar sentado naquela cadeira, eu perdi o poder na CREDN, negativo, tá”? O londrinense foi o indicado pelo filho de Jair Bolsonaro para a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional do Congresso Nacional – e ao apresentar a mesma proposta do senador Ciro Nogueira, que teria sido redigida pelo Banco Master e, se aprovada, aumentaria muito o rombo do banco de Vorcaro no sistema financeiro, ficou com a carga negativa nas costas. Não há nenhum indício que Barros tenha recebido benesses de Vorcaro como Nogueira, mas com os holofotes em cima dele, já foi lembrado que em 2022 pediu intervenção militar no Brasil. Hoje, na FSP, o colunista Celso Rocha de Barros contribuiu para o cerco ao perguntar o seguinte ao bolsonarista: “Filipe Barros, você protegeu o esquema Master por ordem de Eduardo? Ele disse para todo mundo que continuaria mandando na CREDN por seu intermédio. Mentiu?”
7:52Política
7:49PARA NUNCA ESQUECER EVALDO BRAGA. RODRIGO JOSÉ E SORRIA SORRIA
7:40Evidentemente!
7:31Craques
por Nelson Rodrigues
- O tempo é uma convenção que não existe nem para o craque, nem para mulher bonita. Existe para o perna-de-pau e para o bucho. Na intimidade da alcova, ninguém se lembraria de pedir à rainha de Sabá, a Cleópatra, uma certidão de nascimento.
- O supercraque não precisa jogar bem. O perna-de-pau é que tem de se matar em campo. Pelé, por exemplo. Se abrir uma Revista do Rádio no meio do campo, estará usando um dos privilégios do gênio.
6:54A VIDA COMO ELA É
6:44Flávio, um candidato pesado
por Elio Gaspari, na FSP
O antipetismo não basta para derrotar Lula. É cedo para se prever o resultado da eleição de outubro, mas alguma coisa vai mal com o candidato
O filme parcialmente financiado por Daniel Vorcaro, a diplomacia suicida e a plataforma oca de Flávio Bolsonaro cobraram seu preço na última pesquisa Quaest. Lula ultrapassou-o, marcando 44% contra 38%. Junho é cedo para se prever o resultado de uma eleição marcada para outubro, mas alguma coisa vai mal com o candidato.
Lula conseguiu sair de um viés de queda para outro, de alta, na segunda metade de um terceiro mandato e a poucos meses da eleição. De novo, nesta eleição, até agora a única novidade é a recuperação do presidente. Essa proeza foi conseguida muito mais pelos escorregões e abulias dos adversários do que por mais de três anos de desempenho.
Flávio, como o pai, cavalga o antipetismo, e só. Os eleitores independentes migraram e passaram ao largo de Romeu Zema e Ronaldo Caiado. Em 2026 o antipetismo está num nicho, encolhido por falta de agenda.
Bolsonaro deu a Lula o auriverde pendão desta terra e ele está enrolado nela. Zema e Caiado parecem sem rumo. Como a campanha ainda não começou, qualquer dos três anti-Lula pode, em tese, dar uma disparada, mas quem melhor cultiva a pista é Lula. Ele semeou-a mudando a tabela de alíquotas do Imposto de Renda e oferece a escala 5×2. A proximidade de Lulinha com o Careca do INSS não tem o efeito do áudio de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro.
Até agora, o antipetismo tem só dois ativos, a segurança pública e Donald Trump. No primeiro, o governo apresenta planos tardios e a oposição põe na mesa chacinas como a da Penha. No segundo, depois da carta neurastênica do ano passado, Trump bombardeia o Brasil com tarifaços que afetam a economia nacional e, com ela, os eleitores.
No século passado, John Kennedy asfixiava o governo de João Goulart enchendo a bola dos governadores da oposição. Com programas de moradia e agendas reformistas. Trump enche a bola dos Bolsonaros com fotografias e frases banais.
(Vale lembrar que em janeiro de 1964, quando a derrubada de Goulart já estava no baralho, o embaixador americano Lincoln Gordon passou por Washington e pediu para ser recebido pelo presidente Lyndon Johnson. Pedido negado. Gordon baixou a bola e pediu para tirar uma fotografia com Johnson, pois isso o ajudaria no Brasil. Pedido igualmente negado.)
Trump recebeu sua bancada brasileira.
Eremildo, o idiota, não entende a negociação da delação de Vorcaro
Eremildo é um idiota e está convencido de que as russas e ucranianas levadas para as farofas do banqueiro Daniel Vorcaro eram estudiosas do direito. O que o cretino não entende é a fogueira de vaidades em que se transformou o processo de sua colaboração com a Viúva.
Pelo que lhe contam, Vorcaro se julga inocente, vítima de uma perseguição. É possível, nesse caso, nada há a negociar. Ele espera o julgamento. Se for absolvido, vai pra casa. Condenado, rala.
6:40A VIDA COMO ELA É
6:27O PEDIDO
21:27E a estreia da seleção na Copa…
12:04A PERGUNTA
11:00SPONHOLZ
9:52NELSON PADRELLA
9:49PARA JAMAIS ESQUECER ZÉ PITOCO E POR QUE CHORAS SAXOFONE? (RATINHO)
9:40A FRASE
8:46Sérgio Reis, adeus
Morreu hoje em Curitiba o publicitário Sérgio Silbel Soares Reis, um dos maiores nomes da comunicação e do marketing no Brasil, Carioca, ele tinha 87 anos e estava internado havia algum tempo. A causa da morte não foi divulgada. Reis trabalhou por 25 anos no Banco Bamerindus e ficou famoso ao ser o pai da campanha publicitária “Gente que Faz” da instituição. Depois foi vice-presidente da Editora Abril e Secretário de Comunicação nos governos de Fernando Henrique Cardoso e Mario Covas, entre outras funções. O velório será amanhã na Capela Vaticano.
O que segue foi publicado sobre ele na Academia Brasileirra de Marketing quando foi escolhido para fazer parte do Hall da Fama: Continue lendo
7:44A FRASE
7:36A VIDA COMO ELA É
7:34Sem alimento
7:11Candidato no Paraná, Moro não colocou o estado entre dez primeiros na liberação de recursos na sua gestão na Justiça
por Lauro Jardim, em O Globo
Os adversários de Sérgio Moro na disputa pelo governo do Paraná pesquisaram e encontraram um motivo concreto para bater no líder das pesquisas de intenção de voto: O Paraná ficou fora do grupo de estados que mais receberam recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública durante a gestão de Sérgio Moro no Ministério da Justiça. Quinto estado mais populoso do país, o Paraná recebeu 4,16% do total distribuído em 2019, percentual inferior ao de outros dez estados, incluindo Mato Grosso do Sul (5,24%), Goiás (4,57%), Rondônia (4,34%), Sergipe (4,26%) e Pernambuco (4,24%).
Em valores absolutos, o Paraná recebeu R$ 31,8 milhões em 2019, menos do que estados significativamente menores como Rondônia (R$ 33,2 milhões), Roraima (R$ 33 milhões) e Sergipe (R$ 32,6 milhões). A diferença também aparece na comparação com Mato Grosso do Sul, o segundo no ranking, cujos repasses naquele ano totalizaram R$ 40,1 milhões – quase R$ 9 milhões a mais que o Paraná.
Os percentuais constam na Portaria nº 631, de julho de 2019, assinada pelo próprio ministro Sérgio Moro e publicada no Diário Oficial da União (DOU), que definiu os critérios e a divisão dos recursos do fundo entre os estados.
A diferença também aparece quando se analisa o repasse por habitante. Em 2019, estados como Sergipe receberam cerca de R$ 14 por morador, Mato Grosso do Sul aproximadamente R$ 10,50 e o Amazonas cerca de R$ 8 por habitante, enquanto o Paraná ficou em torno de R$ 2,80 por morador



