Da revista Veja, por Laryssa Borges.
Ratinho-pai tentou emplacar chapa formada pelo filho e pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, mas negociações não avançaram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ainda não havia sido anunciado como sucessor do pai na corrida presidencial, é verdade, mas no passado recente o apresentador de televisão Ratinho procurou o presidente do PL Valdemar Costa Neto e o sondou sobre uma chapa presidencial que teria o governador do Paraná Ratinho Júnior como candidato a presidente e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como vice.
Com as costuras eleitorais mais avançadas, o governador Ratinho Junior passou a ser cortejado como candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro, mas declinou do convite. Na sequência, anunciou que se retirava também da condição de pré-candidato ao Planalto pelo PSD. Tido como dono de um senhor tino político, o presidente da legenda Gilberto Kassab promete até o fim do mês anunciar entre os governadores Ronaldo Caiado (Goiás) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) o nome da legenda para a corrida presidencial de outubro.
Ratinho Júnior desistiu do páreo por uma combinação de fatores, mas tanto correligionários quando adversários políticos insinuam que o governador do Paraná, bem avaliado por cerca de 80% do eleitorado, pode ser alvejado na campanha eleitoral por conta da presença de um personagem específico.
Em 2020, no primeiro mandato como governador do Paraná, a subsidiária de telecomunicações da Companhia Paranaense de Energia (Copel) foi vendida para um fundo que tinha como acionista o empresário Nelson Tanure, especializado em comprar empresas em dificuldades financeiras e investigado como possível sócio oculto de Vorcaro nas traficâncias do Master.
Com o escândalo financeiro a pleno vapor, Tanure foi alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero e teve mandados de busca e apreensão cumpridos contra ele. Entre as suspeitas está a hipótese de investigadores de que pode ter atuado como sócio oculto do ex-dono do Master.
https://www.youtube.com/watch?v=NH0xsuRLxRU
O Requião vetou a redução de alunos em sala de aula em 2005,
A pretensão era 30 alunos por sala no ensino fundamental.
1,2 metros quadrados por aluno…4,5 M2 para o professor.
Hoje tem o colégio positivo jardim ambiental 45 alunos na sala, sem a mínima condição de se estabelecer uma educação adequada.
País reclamam, professores sofrem calados, porém, a questão do LUCRO, ARRECADAÇÃO é o objetivo principal.
Infelizmente nossos governantes são insensíveis, retrógrados.
Devo parabenizar o esforço da Luciana Rafagnin….