15:26Afinidades

Do analista dos Planaltos 

A pífia reação do governo brasileiro ao massacre de jornalistas em Paris, limitadas a uma nota chocha de Dilma Rousseff, não foi casual. Setores importantes do PT identificam elementos positivos no caráter antiocidental e antiamericano do radicalismo islâmico, mesmo em suas manifestações mais sanguinárias. Esse pensamento obscurantista tem grande espaço no governo e se materializou de forma constrangedora no grotesco discurso de abertura da Assembleia da ONU em que a presidente propôs a “abertura de diálogo” com os cortadores de cabeça do Estado Islâmico. Por último, mas nem por isso menos importante, a chacina de cartunistas e redatores do Charlie Hebdo representa uma forma radical de “controle social da mídia”.

3 ideias sobre “Afinidades

  1. Professor Xavier

    Agora só está faltando ao governo da companheira presidanta apoiar os assassinos do Boko Haram, estes também estão fazendo uma limpeza étnica, um pouco diferente da pretendida pelo pestismo que é, é pestista ou se ferra se não for. A deles vai pelo mesmo caminho, ou acredita no Maomé ou morre, o que dão no mesmo, porque dos desafetos a gente trata de se livrar logo.

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