20:26Recibo e boca aberta

Uma velha raposa da política disse que a reação da campanha de Dilma Rousseff diante da acusação da Veja contra ela e Lula pode ser interpretada como a famosa “assinatura de recibo”. Nessas horas, segundo ele sempre recomendou aos que o procuraram para conselhos, o melhor é ficar quieto. Por que? Ora, porque quem abre a boca só toma no… bem, a frase ele não completou mas é bem conhecida da ninguenzada.

20:18De graça!

Não é por nada, não, mas pelo barulho que os petistas fizeram por causa da reportagem de capa da Veja, a Editora Abril deveria pagar um percentual da venda da revista ao partido – pela propaganda grátis que deve fazer a publicação bater recorde de vendagem.

19:58Muito barulho por uma capa

Do analista dos Planaltos

Se a reportagem de capa da revista Veja é mesmo um factóide eleitoral, por que Dilma Rousseff perdeu meio programa eleitoral para desqualificar a acusação de que ela e o ex-presidente Lula sabiam de todo o esquema de desvio de dinheiro da Petrobras? Se tudo foi inventado, a reação da militância, atacando com lixo e pixações a Editora Abril, que publica a revista, e organizou uma manifestação com oito mil pessoas no Centro de São Paulo para protesta contra a publicação, faz pensar no que poderá acontecer se o PT perder a eleição. Outra: na campanha petista, uma das sacadas que deu resultado foi dividir o país em pobres e ricos. Os pobres são a maioria que vota no candidato do partido que está no poder. Os ricos votam no outro. Pobre não lê a Veja. Pobre não lê quase nada, aliás. No máximo, bula de remédio, quando ganha um no posto de saúde. Quem lê é “rico”, portanto, na teoria, não iria mudar nada o resultado esperado, já que estes estão com o candidato adversário. A campanha de Dilma também conseguiu na Justiça a propaganda sobre este número da revista e tentou, da mesma forma, tirá-la das bancas. Estranho tudo isso, já que se tratava de um “factóide eleitoral”, segundo os petista. Como vivemos, numa democracia, amanhã quem vai decidir a parada é o eleitor. E quem ganhar, leva. Mas que essa campanha eleitoral foi tétrica, baixa, beirando o esgoto, isso foi e está sendo.

19:46JORNAL DO CÍNICO

Do Filósofo do Centro Cínico

Em Catolé da Missões, Zé Pesquelo perguntou para Maria da Lombriga se ela tinha visto a Veja. Ela arregalou os zóio e perguntou se era coisa de comer. Ele disse que não, mas ficou interessado porque a Dona Dilma e Lula, mãe e pai do Bolsa Família, falaram que a tal revista fez terrorismo. Pesquelo disse que nessa hora se atrapalhou todo, porque, pelo que ele ficou sabendo, a presidente é que era do tal terrorismo quando era mocinha. Como não chegaram a nenhuma conclusão, apagaram o candeeiro e foram fazer mais um filho.

19:27Ibope: Dilma, 53%; Aécio, 43%

Do G1

Dilma tem 53%, e Aécio, 47% dos votos válidos, aponta Ibope

Levantamento com 3.100 eleitores foi feito nos dias 24 e 25 de outubro. Margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 53%
- Aécio Neves (PSDB): 47%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S. Paulo”.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 23, Dilma tinha 54% e Aécio, 46%.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 49%
- Aécio Neves (PSDB): 43%
- Branco/nulo: 5%
- Não sabe/não respondeu: 3%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 206 municípios nos dias 24 e 25 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01195/2014.

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país).

 

19:05Datafolha: Dilma, 52%; Aécio, 48%

Da Folha.com

Dilma, com 52%, e Aécio, 48%, estão em empate técnico, aponta Datafolha

Pesquisa Datafolha com entrevistas realizadas nesta sexta (24) e neste sábado (25) mostra que o segundo turno da eleição presidencial chega ao final com uma disputa bastante acirrada entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB).

Na conta dos votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos, Dilma marcou 52%, Aécio alcançou 48%.

Trata-se de um empate técnico no limite máximo da margem de erro, que é de dois pontos para mais ou para menos.

A probabilidade maior que é Dilma esteja à frente. Isso porque a situação de empate efetivo só ocorre numa combinação que considera os máximos da margem de erro para cada um em sentidos opostos (Dilma para baixo, Aécio para cima).

Na pesquisa anterior do Datafolha, nos dias 22 e 23, Dilma tinha 53%, Aécio 47%, uma diferença fora da margem. A oscilação negativa da petista mostra agora que ela parou de abrir vantagem sobre o rival.

Em votos totais, o placar da última pesquisa do segundo turno é Dilma 47% ante 43% de Aécio. Brancos e nulos somam 5%. Outros 5% não sabem em quem votar.

Os números da atual pesquisa não podem ser confundidos com uma tentativa de previsão dos resultados da eleição deste domingo. O levantamento é um retrato da corrida eleitoral no período em que as entrevistas foram feitas. Com a maior das entrevistas foram realizadas nesta sexta, o levantamento não é capaz de captar com precisão eventuais mudanças de opinião no sábado. Nem tem como identificar eventuais alterações no próprio domingo.

O Datafolha também investigou as taxas de rejeição e convicção dos candidatos.

Aécio é rejeitado por 41% (eram 40% na pesquisa anterior). Acerca de Dilma, 38% dizem não votar nela “de jeito nenhum” (eram 39%). Sobre a certeza do voto, 46% responderam que “votariam com certeza” na petista, enquanto 41% “votariam com certeza” no tucano.

Por encomenda da Folha e da TV Globo, o Datafolha ouviu 19.318 eleitores em 400 municípios. O nível de confiança é 95%. O registro da pesquisa no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-1210/2014.

18:57Jack Bruce, adeus

Do G1

Jack Bruce, ex-baixista do Cream, morre aos 71 anos

Músico integrou power trio com Eric Clapton e Ginger Baker. ‘Sunshine of your love’, ‘White room’ e ‘Badge’ estão entre músicas.

O baixista Jack Bruce, ex-integrante da banda Cream, morreu aos 71 anos de uma doença hepática, informou neste sábado (25) sua família. Ele havia passado por um transplante de fígado em 2003.

Em comunicado publicado na página do artista na internet, os familiares comentaram sobre a morte.

“É com grande tristeza que nós, a família de Jack, anunciamos a morte de nosso amado Jack: marido, pai, avô e lenda. O mundo da música será um lugar mais pobre sem ele, mas ele vive em sua música e eternamente em seus corações”, disse o texto.

Sua agente, Claire Singers, acrescentou que Bruce morreu “rodeado de sua família” em sua casa do condado inglês de Suffolk. Bruce, que nasceu em Glasgow, começou a tocar baixo quando adolescente e deixou a escola de música porque não era permitido que tocasse jazz.

Depois de passagens por bandas britânicas de blues, ele recusou uma oferta de trabalho com o cantor norte-americano de soul Marvin Gaye a fim de se casar, de acordo com seu site. Ele conheceu Clapton enquanto tocava em outra banda e os dois montaram a Cream em 1966 com o baterista Ginger Baker.

Considerado um dos grandes nomes da história do rock, o power trio vendeu 35 milhões de álbuns em dois anos na década de 1960 e recebeu o primeiro disco de platina do mundo pelo trabalho em “Wheels of Fire”. Bruce coescreveu e cantou a maioria das canções da banda, entre elas “I feel free”, “White room”, “Politician” e “Sunshine of your love”.

Em seu auge, Crem era famoso por seus longos improvisos, que Clapton atribuiu na década de 2000 às drogas consumidas pelos músicos em grande quantidade: o trio, por vezes, esquecia qual a música que estava tocando, e continuava a improvisar até que a sua memória voltasse.

O grupo se separou em novembro de 1968, no auge de sua popularidade, e posteriormente se reuniu um par de vezes em 1993 e 2005. Algumas das canções do Cream são interpretadas até hoje nas apresentações ao vivo de Eric Clapton.

Em 2010, Bruce lançou sua biografia “Composing himself”, ainda não publicada no Brasil. Dois anos depois, em outubro de 2012, o baixista fez dois concertos em São Paulo e Porto Alegre, acompanhado de sua Big Blues Band.

12:20JORNAL DO CÍNICO

Do Filósofo do Centro Cínico

Enquanto os eleitores decidem entre o Pamonha de Minas e a Gerentona Falida, no mundo real a Chiquita Brands, maior produtora de bananas do mundo, pode ser comprada por empresas do Brasil. É o Bananão se expandindo.

12:13O ibope recorde do debate

por Lauro Jardim, do Radar online da revista Veja

O esperado debate da Globo neste segundo turno está rendendo, como era de se esperar, à emissora uma audiência recorde nesta temporada de confrontos. No primeiro bloco, a Globo registra 31 pontos na Grande São Paulo, de acordo com dados prévios do Ibope. (A Record cravou oito pontos e o SBT, seis). É mais audiência que os debates de segundo turno da Record, SBT e Band somados.

No segundo e terceiro blocos, os números não mudaram. Na média, o programa registrou trinta pontos – nove pontos acima do ibope desta faixa horária, se consideradas as últimas quatro sextas-feiras. (No horário, Record alcançou sete pontos, SBT, seis e Band, dois pontos.).

No Rio de Janeiro, de acordo com números prévios do Ibope, a Globo alcançou os mesmos 30 pontos. (Mais que o dobro do que registraram, somadas, Record, Band, SBT e RedeTV!). Foi também uma audiência superior ao alcançado no debate do primeiro turno (leia mais aqui ). Em 2010, o confronto na Globo entre José Serra e Dilma no segundo turno obteve 23 pontos de audiência na Grande São Paulo.

9:17Aqui não tem! Aqui tem!

O Tribunal de Justiça do Paraná não está na lambança do pagamento da licença-prêmio aos seus magnânimos integrantes. Mas, considerando-se que eles têm o direito de gozar o descanso de três meses a cada cinco anos de árduo trabalho, isso quer dizer que, naquele ano, juntando este lé com o cré dos dois meses sagrados de férias, o capa preta fica cinco meses longe dos processos, julgamentos, etc. enquanto o mundo gira e a Lusitana roda. Isso sem contar que, aqui na província, Sob o pretexto de dar recesso aos advogados no final do ano, os nobres também não trabalham no período de 20 de dez a 20 de janeiro – mas não descontam das férias porque agora é “proibido” dar férias coletivas a juízes.

8:21Licença-prêmio para juízes custa R$ 470 mi a Estados

da Folha de São Paulo, em reportagem de Severino Mota

A licença-prêmio, benefício não reconhecido pelo STF (Supremo Tribunal Federal) pago a magistrados de 11 cortes estaduais, consumiu R$ 470 milhões dos cofres públicos de 2009 a agosto de 2014.

O levantamento, da Folha, foi feito a partir de informações prestadas por tribunais num procedimento que tramita no Conselho Nacional de Justiça em que a concessão do benefício é contestada.

Proibida no funcionalismo público federal desde 1997 pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a licença-prêmio ainda existe em Estados e municípios. Na maior parte dos casos, ela funciona assim: a cada cinco anos trabalhados, o servidor ganha três meses para tirar de férias.

Em relação aos juízes, a licença-prêmio não consta da Loman (Lei Orgânica da Magistratura). Por isso, de acordo com diversas decisões do STF –uma delas de junho de 2013–, não deveria ser paga.

Apesar da posição do STF, os tribunais tomam como base leis estaduais ou decisões genéricas do CNJ para permitir o gozo da licença-prêmio ou sua troca por dinheiro.

Continue lendo

8:07Sete!!

….  Tampouco se coloca em dúvida a solidez das instituições: ganhe quem for, tomará posse no dia 1º de janeiro de 2015. Nessa data, escrevo isso sempre e acho importante repetir, o país terá realizado sete eleições presidenciais diretas consecutivas com a posse do eleito. O fato é único na história brasileira. (Fernando Rodrigues)