13:51Aos gaúchos, com carinho

Felipão disse que aceitou o convite do Grêmio porque precisa de carinho neste momento da carreira. Hummm. O ex-treinador da seleção brasileira, aquela que deu vexame na Copa do Mundio, abriu caminho para que outro gaúcho, Dunga, que estava no desvio, sem emprego, retornasse e fosse acolhido pela turma do Marin na CBF. Isso é… bem… deixa pra lá.

11:56Aécio no Calçadão

Aécio Neves confirmou presença em Curitiba no sábado. Vai fazer caminhada junto com o governador Beto Richa no Calçadão da Rua XV. Os tucanos se concentram na praça Santos Andrade a partir das 9h30. Isso é campanha!

11:42A impaciência imperial de Aécio

por Elio Gaspari

Às favas os escrúpulos com a história do aeroporto de Cláudio. O avô de Aécio, Tancredo Neves, construiu uma pista de pouso de terra em Cláudio (MG), nos domínios da família de sua mulher, Risoleta. (Preço: R$ 500 mil em dinheiro de hoje, da Bolsa da Viúva.) Mais de 20 anos depois, seu neto Aécio desapropriou a área e fez uma nova pista no melhor padrão da modernidade. (Preço: R$ 13,9 milhões, novamente da Viúva.) A pista fica a 6 km da fazenda da Mata, onde ele costuma repousar.

Diante da denúncia, o candidato justificou-se dizendo que as terras não eram de sua família. Claro, o novo aeroporto só poderia ser construído se elas pertencessem ao Estado. Em seguida, o tucanato disse que isso era coisa de petista, vazamento. Falso. Toda a documentação do caso é pública. Era um competente serviço do repórter Lucas Ferraz. Noutra linha, Aécio informou que o aeroporto, localizado a 32 km em linha reta de outro já equipado, fazia parte do programa de modernização dos transportes de sua gestão. Tudo bem, mas, em todo o Estado, só concluiu dois, o de Cláudio e o da Zona da Mata.

Desde que o caso foi revelado, no dia 20, Aécio Neves repete: “Está tudo esclarecido”. Chega a incomodar-se com perguntas: “De novo?” Às favas os escrúpulos com a história do aeroporto de Cláudio. Aécio poderá impedir que o PT se mantenha no poder por 16 anos, e isso basta.

Se Aécio Neves fosse um senador ou apenas ex-governador de Minas, o assunto poderia ir para o gavetão de casos pendentes, onde estão outras questões. Por exemplo: a refinaria de Pasadena, as traficâncias do doleiro Youssef, os guardanapos de Sérgio Cabral e o cartel da Alstom. Coisa de petistas, peemedebistas e tucanos. A diferença está no fato de que ele é candidato a presidente da República. A sua atitude em relação ao episódio instrui o julgamento que se faz de sua postulação, refletindo-se sobre o que faria se episódios semelhantes acontecessem quando ele estivesse no Planalto. “De novo?” e “está tudo esclarecido” são impaciências imperiais. Continue lendo

10:48JORNAL DO CÍNICO

Do Filósofo do Centro Cínico

Aécio Neves e equipe estão se enrolando tanto para explicar o inexplicável na história do aeroporto em Claudio que, se bobear, logo a pista asfaltada vai se transformar em lápide com a inscrição: aqui jaz uma candidatura.

10:29TC manda Confiancce devolver R$ 2 milhões a São Miguel do Iguaçu

O Tribunal de Contas do Paraná informa: 

Oscip deve devolver R$ 2 milhões de convênio a São Miguel do Iguaçu 

Motivo foi a falta de documentos que comprovassem a aplicação regular do dinheiro repassado pelo município em serviços de limpeza pública. Cabe recurso da decisão do TCE

A organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) Instituto Confiancce deverá devolver R$ 2.057.288,43 ao Município de São Miguel do Iguaçu (Oeste). A decisão, da qual cabe recurso, foi tomada pela Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR).

Segundo a análise do Tribunal, na prestação de contas não foram apresentados, pela Prefeitura e a entidade do terceiro setor, documentos necessários à comprovação de que o dinheiro foi utilizado na finalidade do convênio. Celebrado em 2009, o termo de parceria previa a realização, pela Oscip, de serviços de limpeza urbana e conservação de prédios públicos.

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10:10De graça no MON

Pela causa:

Museu Oscar Niemeyer tem entrada gratuita e programação especial neste domingo

Oficinas artísticas e visita mediada fazem parte da programação do Domingo + Arte

O Museu Oscar Niemeyer (MON) realiza no próximo domingo, 03 de agosto, o Domingo + Arte, dia em que o museu tem entrada gratuita durante todo o seu funcionamento (das 10h às 18 horas),  oficina artística e visita mediada. Tanto na mediação como nas oficinas de arte o ingresso é retirado no dia do evento. Recomenda-se chegar com antecedência. O horário estipulado para a retirada de ingressos é até as 17h30, porém pode ser encerrada antecipadamente caso o fluxo de visitantes seja superior ao recomendado*.

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10:07Alex no meio da briga de Vilson Andrade com o Bom Senso F.C.

Vilson Andrade, presidente do Coritiba e porta-voz dos clubes de futebol bateu de frente com Paulo André, do Bom Senso F.C., por conta da lei de refinanciamento da dívidas dos clubes que circula no Congresso. Andrade diz que vai processar André, que pulverizou a proposta em carta enviada ao blog de Juca Kfouri. O cartola Coxa defende as idéias dos seus pares, mas não pode esquecer que tem no seu time outro integrante da tropa de frente do Bom Senso. Chama-se Alex, ainda é o maior craque da história recente do clube e, se bobear, pode pendurar as chuteiras antes do tempo previsto – o que seria uma lástima para o Coritiba e para o futebol brasileiro.

9:07Uma história mal contada

Do Goela de Ouro

Na campanha da AMP para que o TC mude os mecanismos da prestação de contas, a história do suicídio de Silom Schmidit, ex-prefeito de Santa Helena, entra como fator emocional. Ele teria se matado por causa da desaprovação de contas e multas que levou. Entre outras irregularidades, o prefeito usou dinheiro público até para fazer obra em sua casa. Foi flagrado e devolveu R$ 89 mil aos cofres públicos, através da ação do TC, em 2012, um ano antes de se matar. 

8:31Marola em hora errada

A Associação dos Municípios do Paraná (AMP) resolveu prensar o Tribunal de Contas para mudar o regimento interno deste. Quer afrouxar a questão relativa a multas e à própria prestação de contas, arrematando com mudança na emissão da certidão fundamental para obtenção de empréstimos estadual e federal. Luiz Sorvos, presidente da AMP, diz que as prefeituras querem as mesmas regalias que o Estado tem, ou seja, nunca ter as contas desaprovadas, como acontece sempre. A discussão poderia ser levada a sério, principalmente nessa item em relação ao Executivo Estadual, se não fossem os motivos políticos que sempre envolvem coisas do TC, a começar pela escolha da maioria dos conselheiros. Neste caso, pergunta-se: por que os prefeitos resolveram se manifestar exatamente no período de campanha eleitoral e logo depois que o Tribunal de Contas foi alvejado pela denúncia de mutreta na licitação para construção de um novo prédio em sua sede? Os prefeitos correram à Assembleia Legislativa para pedir apoio. Hummmmmmmmmmmmm. O TC é órgão auxiliar do Legislativo, mas o regimento interno só é modificado a partir de um pedido do próprio TC, não por decreto ou lei aprovada pelos deputados. O Tribunal de Contas tem uma equipe técnica de primeiríssima qualidade e seu sistema informatizado é, talvez, o melhor entre os tribunais do país. Desde que este sistema foi implantado para agilizar a prestação de contas, centenas de cursos foram ministrados às prefeituras para que se adaptassem a fim de facilitar o trabalho de todo mundo. Aqui não se está comentando o viés político que existe, e muito, ali dentro, e onde os reis mandam e os funcionários obedecem. Mas, no geral, a prefeitura que trabalha de forma correta e segue as normas, não tem problema. É como a questão da velocidade de 60km nas ruas das cidades. Se todos andassem assim, para que radares e as posteriores reclamações sobre as multas? No jogo de pressão, como se viu ontem aqui, muitos dos que estão berrando com o megafone foram pegos pela malha do Tribunal. A discussão é válida, mas poderia ter começado, por exemplo, no início do ano. Fazer marola no meio da campanha eleitoral é se aproveitar do momento para conseguir algum tipo de vantagem que arranha ainda mais a credibilidade de todos, que já não é aquela coisa. Isso é política!

7:10Uma história sem fim

por Ivan Schmidt

A história do anti-semitismo é milenar e, portanto, difícil e arriscada torna-se a tarefa de recontá-la, sobretudo, quando o recurso é valer-se de fragmentos colhidos aqui e ali, ao longo do tempo. E, apesar da abundância enciclopédica de dados e fatos, há os que teimam em sustentar que tudo não passa de invenção para justificar o injustificável.

Edward H. Flannery, um sacerdote católico norte-americano, publicou em 1965 o livro a que deu o título de Angústia dos judeus (História do anti-semitismo), traduzido no Brasil três anos depois pela Instituição Brasileira de Difusão Cultural (Ibrasa), notável empreendimento do jornalista José Reis. O subtítulo usado pelo autor, que a tradutora brasileira (Olga Biar Laino) achou por bem substituir, é “23 séculos de anti-semitismo”, que expressa de modo mais categórico uma realidade incontestável.

Diz ele que o anti-semitismo racial irrompeu na Alemanha na década de 1870, de onde se espraiou para a Áustria-Hungria e França, reverberou na Rússia, depois acalmou-se até seu clímax sangrento ser atingido na Alemanha nazista. Foi também a Alemanha que legou ao mundo a expressão anti-semitismo, empregada pela primeira vez em 1879 pelo escritor Wilhem Marr, no livro A vitória do judaísmo sobre o germanismo. No dizer de Flannery “sombria advertência de um racista alemão sobre a dominação judaica da vida alemã”.

A teoria da inferioridade racial – prossegue o autor – pode ser seguida até a apoteose do Estado e do espírito germânicos em Hegel, passando mais tarde pela distinção lingüística entre ariano e semita e confluindo na direção de uma distinção racial. Na França, o arauto do racionalismo foi Ernest Renan (1823-1892), que expunha sem reservas a ideia de que os judeus pertenciam a um status de raça inferior. Em suma, Flannery revela que “no campo da ação racista, a raça semita era considerada física, moral e culturalmente inferior à raça ariana; os judeus, principalmente, eram apontados como incomparavelmente inferiores aos arianos alemães, assim como manifestamente inassimiláveis e pervertedores”.

Nos últimos anos do século 19, “uma hoste de filósofos, pseudocientistas, demagogos e panfletários variaram e orquestraram abundantemente este tema”, acrescenta.

Causas socioeconômicas também ajudaram a aguçar o debate sobre as teorias raciais. A escola hegeliana tinha gerado um exacerbado nacionalismo germânico, do qual resultou o combate à assimilação dos judeus, que era um fato inegável. A especialização judaica no setor financeiro, que o governo alemão estimulava, pôs em evidência um grande número de judeus endinheirados, repetindo o que havia ocorrido com os “judeus da corte de séculos passados”, conforme o historiador católico.

Na altura de 1879, Flannery relata a existência de verdadeira fúria contra os judeus molestados em toda a Alemanha, tanto física quanto verbalmente: “O principal agente do governo era Stoecker, capelão protestante da corte, que fundou a União Social Cristã de Trabalhadores”, uma entidade notadamente anti-semita programada para lutar contra o chamado “socialismo judaico” e a “dominação da vida alemã pelos judeus”.

Na Áustria, por volta de 1880, a escalada de ódio aos judeus tinha raízes bem fundadas, surgindo logo vários partidos, dentre eles um que se caracterizava pela ideologia socialista, liderado por Georg Schoenerer, um dos mentores políticos de Adolf Hitler. Os judeus sofriam restrições no comércio e nas universidades. Dez anos mais tarde os anti-semitas eram acolhidos livremente pelos partidos de orientação clerical, como o Partido Social Cristão, cuja figura mais expressiva – Karl Lueger – seria eleito para a prefeitura de Viena.

O plano geral da obra escrita por Flannery ajuda a compreender melhor certos desdobramentos: “Lueger permaneceu no cargo até sua morte em 1910, e em dado momento recebeu a visita do jovem Adolf Hitler, admirador que chegara a Viena para estudar o ‘problema judaico’. Surgiram organizações cristãs para defender os judeus na Áustria, assim como na Alemanha, porém sem eficácia”. Continue lendo

19:19Antes que o poeta fizesse oitenta anos

de João Antonio

E como estou em Passo Fundo e minha volta inclui uma passagem por Porto Alegre, aproveito para lhe fazer uma visita antes que ele faça oitenta anos.

O poeta ainda anda. Vai bengalando, apesar do atropelamento que sofreu e que preocupou algumas gentes de alguns lados da cidade. Lúcido, meio doente, uma secretária por perto. Sempre. Que secretária, que nada… é parenta ou amiga de parenta. Mora, todos sabem, por um favorecimento de um jogador de futebol, vitorioso aqui no país e lá na Itália. Tanto que, tornou-se técnico do nosso selecionado.

Camões comeu de amigos; ele mora de um amigo no apartamento 204, do Hotel Royal, da Rua Marechal Floriano, em Porto Alegre.

Porto, vá lá. Mas alegre, por quê?

Um de seus amigos, Erico Verissimo, disse que ele era “anjo disfarçado de homem”. Seria possível concordar, não tivesse o poeta ao lado de um lirismo espontâneo uma veia de espírito irreverente, irônico, irrequieto que me fez lembrar uma frase tão carioca em torno da capital do Rio Grande do Sul.

— A cidade cresceu e ficou confusa. Eu já não sei mais andar em Porto Alegre.

Já não tem a ironia do homem que há uns dez anos me ofereceu uma água mineral na Rua da Praia, dizendo que de alguma forma era necessário confirmar que o homem da terra era hospitaleiro. Mas eu que tomasse cuidado ao me sentar naquele puleiro. O puleiro era o tamborete do bar. Agora ele é uma vela se extinguindo, passarinho cansado e não tem jeito. Ganhou cabelos brancos; não ganhou juízo. Vai bebendo muito café e fumando, desobediente ao médico, no apartamentinho com seus retratos, livros, recordações, bagunça. Tem um espelho como o de algumas cortesãs antigas e lá em cima da cabeceira da cama um poster de Greta Garbo, em que ela abusa de seus mistérios em preto-e-branco. A Garbo que foi dele e de toda a sua geração, um dia, rapazes e, claro, brasileiros e sonhadores. Ela é bela fora de conta até no poster.

Há mulheres infinitas. As de Machado de Assis, as de Robert Musil e há aquelas em que, além da beleza, carregam uma enciclopédia de vida na cara.

Saímos. Tocamos de carro à Praça da Alfândega e olhando para os lados de onde foi o Correio do Povo, lembrei que ele fez durante 31 anos o seu Caderno H. O poeta me olhou fingindo seriedade:

— Puxa, como o tempo passa! Vai ver que é por isso que eu já tenho quase oitenta anos.

Deu para um chuvisco repentino no sábado. A secretária, alerta, ralhou:

— Saia da chuva, Mário!

Tenta uma ironia, teimosa:

— Por quê?

Ele mesmo responde:

— Porque chuva faz mal aos passarinhos. Como lhe dou trela, ele expande uma qualidade acima de todas. Jamais aborrece quem o ouve. Gosta bem, falando claro, que o pajeiem até a praça da Alfândega, a famosa, que tem lá uma homenagem, o seu poema em bronze numa placa. Depois que publicou, com sucesso de público, livros infantis, demonstra apreciar a popularidade. Não se casou; as crianças o alegram. Confessa-me a certa altura, que se esforça para ter de novo uma ótica infantil. Conseguir, é raro; conseguindo, vibra.

Nos mais recentes dez anos, tem aceitado ir a debates. E num desses, mulheres perguntaram porque não se casou. Afinal, levou fama de boa pinta na mocidade.

— Porque as mulheres são muito perguntadoras.

Perduráveis, alguns versos desse homem. Olhando para ele, quase oitentão, neste sábado, fico pensando. É um poeta. Momentos de peso pesado:

Da primeira vez que me assassinaram
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha…
Depois, de cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha…

Fez um nomaço nacional sem ter saído do Rio Grande; provincianismo teria sido sair do seu Estado. Logo, rebate:

— Sou gaúcho mas não sou fanático. Sou contra o gaúcho de fantasia.
Teme que vá, que vá me parecer cretino. Mas a poesia de Baudelaire força a barra. O poeta francês fala um tom acima de sua voz. É infantil a sua aflição com Satã e o satanismo. O diabo já ficou chato; afinal, é uma figura da Idade Média.

Ele é mais Apolinaire. E Lorca — que pronuncia com a primeira vocal fechada.

Se lhe dou canja, ele deságua em frases inteligentes, fortes e de humor. Não confia na inspiração. Não basta esperar que o santo baixe. É preciso puxar o santo pela perna. A criança é o pai do homem. Não foi Aristóteles quem disse? Pois eu estou procurando ser criança outra vez. Afinal, tenho escrito para elas. Não me sinto bem fazendo poesia social. Por que a poesia social de Castro Alves é boa? Ora, ele tinha gênio. Nós só temos talento.

Nunca conseguiu trabalhar todos os dias. Olavo Bilac trabalhava todos os dias. Das dez da manhã ao meio-dia:

— E bebendo leite, que barbaridade!

Vou deixá-lo, de volta. No hotel da Rua Marechal Floriano, vai bengalar até a porta do elevador. Sorrirá antes da despedida. Que eu conte a seus inimigos, ele está fazendo sucesso.

Não conheço nenhum inimigo do poeta e tenho andado por este país.

Faz aqueles olhos claros que sorriem detrás dos óculos e parecem armar uma marotagem qualquer.

Mário Quintana, com malícia, me segreda:

— Se eu não me gabo, quem é que vai me elogiar?

 

19:18Condenado pelo Facebook

Da assessoria de imprensa da campanha de Gleisi Hoffmann

Richa condenado por usar Facebook do Estado para autopromoção

O candidato à reeleição, governador Beto Richa, foi condenado por utilizar o Facebook oficial do Governo do Estado para fazer promoção pessoal, por meio de publicidade institucional.
Beto Richa, sua candidata à vice, Cida Borghethi, e a coligação Todos pelo Paraná também foram condenados a pagar multa de R$ 5.320,00 (cada).

A decisão da Justiça Eleitoral determina ainda a imediata suspensão das propagandas e fixa multa de R$ 10 mil/dia em caso de descumprimento.
Em menos de duas semanas é a terceira vez que o governador é enquadrado pela Justiça Eleitoral por uso da máquina pública em benefício próprio.

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