20:07Estado nega pedido de reajuste do pedágio e, por decreto, forma Comissão Tripartite

Do jeito que veio:

A Secretaria dos Transportes, através do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), não homologou nesta quinta- feira (25) o pedido de reajuste do pedágio no Anel de Integração, e anunciou maior fiscalização das concessionárias através de decreto que restabelece a Comissão Tripartite. O aumento da tarifa estava previsto para primeiro de dezembro próximo. Segundo o Secretário dos Transportes, Mario Stamm Junior, a postura governamental foi tomada após o Estado ter buscado o diálogo com as concessionárias e não ter obtido respostas com relação à necessidade de retificação de trechos, duplicações e implantações de outras obras como contornos e cruzamentos mais seguros. Com a Comissão Tripartite, formada por 15 representantes sendo cinco de cada segmento, entre usuários, governo e concessionárias, e assim haverá mais controle de documentos e acompanhamento de obras, incluindo a grade de custos.

Uma ideia sobre “Estado nega pedido de reajuste do pedágio e, por decreto, forma Comissão Tripartite

  1. Jango

    Inobstante as tentativas do secretário dos transportes Stamm de diálogo, o que resta patente é a irresponsabilidade do causador desse imbroglio, “alguém” (cujo nome, tal como Don Quijote, não queremos recordar …) que apregoou aos quatro ventos nas suas campanhas que o pedágio “baixa ou acaba”.

    Pois não acabou, aumentou seguidamente e, o mais grave, deixa um passivo judicial – assomando mais de 300 milhões – que vai recair no erário público, vale dizer, no bolso da sociedade. Dessa mesma sociedade, em que parcela elegeu o paladino do pedágio “baixa ou acaba” para mais um mandato de senador. Então essa parcela da sociedade quer fazer a outra parcela (e a si mesma) de otária, pois vai pagar o pato, o mico e a fatura do passivo judicial.

    Enquanto isso o causador do imbroglio desdenha a todos do alto de sua senatoria, inclusive, das ditas autoridades de controle público que deveriam apurar ou já ter apurado a responsabilidade do prejuízo causado ao erário público.

    É lastimável a falta de consequências aos atos nefastos de governantes.

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