9:14Não pise no meu piso!

Recebemos de Silvia Calciolari, do Sindijor, a seguinte mensagem:
 
Não pise no meu piso, nem no meu anuênio!
 
Quinta-feira de mobilização e luta dos jornalistas do Paraná
Os jornalistas do Paraná terão nesta quinta-feira um dia forte de mobilização e luta em prol da conservação e ampliação de direitos. Vamos continuar mobilizados para as sessões da assembleia (que está em caráter permanente) em Curitiba e no interior. Em Curitiba, haverá sessões às 11h, 13h30 e 19h30, na sede do Sindijor. Será ocasião de fortalecermos nossas posições para chegarmos unidos na luta por nossos direitos na negociação com os patrões do dia 5 de novembro. Em Cascavel, na sede da Associação dos Jornalistas (Rua Jequetibá, S/N, Recanto Tropical), acontecem duas sessões, às 9h30 e às 16h30. Foz do Iguaçu vem realizando assembleias por local de trabalho desde semana passada. Já foram visitadas todas as principais redações da região e a subseção está convocando os filiados para comparecer à sede da subseção (Shopping Mercosul, Rua Rui Barbosa, 1032, sala 50) para entrega de material (textos, adesivos e caixas de Mobilizan). A Subseção dos Campos Gerais vai realizar nesta quinta assembleias por local de trabalho. Pela manhã, acontece assembleia na TV Esplanada e, à tarde, serão visitadas as redações do Diário dos Campos e Jornal da Manhã. A negociação avançou, sepultamos o piso rebaixado, mas eles ainda propõem perdas, como o congelamento do anuênio e temos de manter a categoria determinada e coesa na luta por aumento real maior que o 1% proposto pelos donos das empresas e pelas propostas sociais. Na sexta-feira, dirigentes do Sindijor de Curitiba, Foz, Campos Gerais e, possivelmente, de Cascavel, estarão presentes na reunião com os patrões que acontece às 10h na sede do Sindijor.

2 ideias sobre “Não pise no meu piso!

  1. OLHO DE VIDRO

    Só falkatrua mesmo. Que piso ? A maioria não recebe nada, muito menos o piso. Esse nosso sindicato não tem força nenhuma, só serve pra salvar uma turma legal, mas que já não tinha emprego.
    É tudo só papo, de ação efetiva não tem nada. Tá cheio de jornaleco e jornalão aí explorando a mão de obra de estagiários e jornalistas recém formados e não pagam nada, ou pagam menos do que ganha a faxineira do jornal
    É muita cara de pau mesmo escrever um texto desse…

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