8:06Limão à parte

Do correspondente internacional na orla:

Um veranista acompanhado da esposa sentou no bar Canoa Quebrada na orla de Matinhos. Comeu e bebeu e quando pediu a conta achou uma diferença de um real a mais. Foi reclamar e o garçon esculpiu a frase do verão, pelos menos para os consumidores: “Estamos cobrando o limão à parte.” Enquanto os comerciantes do litoral pensarem que turista é um ser para ser depenado, não tem desenvolvimento do setor. Querem outro exemplo? Nos primeiros dias do ano quando a praia lotou, a cerceja custava  R$ 2,50 e o côco três reais. Com a diminuição da afluência, baixaram para dois e 2,50 reais, respectivamente. A lei da oferta e da procura, da maneira como está sendo interpretada no litoral paranaense, pode acabar com a procura.

Uma ideia sobre “Limão à parte

  1. Lalo

    Alguns comerciantes do litoral paranaense exploram o turista e não o turismo, não é atoa que a cada 5 ônibus que descem, 3 vão pra Santa Catarina.

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