Quem esteve no evento em que Flávio Bolsonaro subiu pela primeira vez em um palco brasileiro depois da visita a Donald Trump na Casa Branca, anotou duas cenas. A primeira, com emoção, ao ver o deputado federal Filipe Barros, candidato ao Senado, abraçado com seus quatro filhos pequenos. A outra foi uma percepção geral sobre o comportamento do enorme público presente e vestido de verde e amarelo: parecia um culto evangélico agitado onde o rival de Flávio, o presidente Lula, não era considerado adversário político, mas sim odiado como um capeta no templo.
E se for num evento com lula, vai notar uma diferença e uma semelhança.
O público de lula é bem mais velho, os mais novos são pagos para estar lá e a semelhança está na manifestação sempre raivosa quando falam do “nós x eles”, que o próprio pt criou e agora tenta dizer que é criação de outros (olha aí o nós x eles de novo).
Ah, tem mais uma semelhança: os dois grupos se acham donos da verdade absoluta, inclusive aqui mesmo aparecem uns volta e meia querendo impor esta visão deturpada.