de ticiana vasconcelos silva
Sobre o seu amor
Não trarei flores
Apenas rumores
De uma sílaba não linguística
O místico já não é mais mistério
É o império que mata
Sem nenhum critério
É a ilusão da mentira
É a morte do dia
Que não nos pede nem companhia
Por isso, à noite eu peço
Cale as vozes da perfídia
Porque já bastam-se a lua e as estrelas
Que nos contam sobre ser pura nobreza
Que nos amam com lágrimas e correntezas
De águas cristalinas
A vida não quer que saibamos
Mas nós insistimos nos tamanhos
De nossas sombras
Ah! Sonho ruim
Venha ser um querubim
Que sopra as verdades pelos ventos
Para que somente os que ouvem
Tenham os instrumentos
De fazer do pó poesia
O primor extrapolado
O lúdico iluminado.
A poesia escrita.
A criatividade bendita.
Um viajar pelas Veredas
Um redescobrir de encantos.
Da tua doce magia
Nasce a tão bem-vinda energia.