por José Maria Correia
A importância da ponte de Guaratuba vai muito além de qualquer propaganda que possa ser feita . Ou do interesse eleitoral de candidatos, que é natural e faz parte da vida política. A obra integra grande parte do litoral de Santa Catarina ao Paraná. em grande corredor rodoviário. São Francisco do Sul e Itapoá com suas praias. A região progressista de Joinville e adjacências. E a conseqüência urbana também será a união de Guaratuba , Matinhos e Pontal do Paraná em um complexo de litoral com praias de ótima balneabilidade .Mais prédios , condomínios gastronomia , hotéis , pousadas , comércio e atrações turísticas. E não é só .
As revitalizações das orlas de todas as praias . Destaco o magnífico Complexo Náutico de Guaratuba, que se sair do projeto , vai gerar um número enorme de empregos e investimentos no turismo náutico . Muitas cidades do Caribe e dos Estados Unidos têm na atividade náutica a principal fonte de receita.
E se formos falar na Baía de Guaratuba e Antonina, falaremos do maior tesouro do litoral com suas muitas dezenas de ilhas , manguezais e praias ainda intocadas . Mata Atlântica, cachoeiras e cascatas , rios , bananeiras e estudos científicos de fitoterapia. E o magnífico Canal do Varadouro que nos liga ao litoral paulista até as cidades históricas de Cananéia e Peruibe e partindo de Paranaguá por onde andou Saint Hilaire entre os índigenas .
E a nossa jóia da coroa , a Ilha do Mel, com todos os seus encantos, o histórico forte de tantas histórias, o farol e a Gruta das Sereias Encantadas. A palavra de ordem doravante , diante das novas obras, deverá ser o desenvolvimento sustentável, a proteção contra a invasão dos morros , parques e reservas ambientais visadas pelos predadores humanos .
Nada de espigões que projetem sombras sobre as praias ou paredões nas avenidas atlânticas que impeçam a circulação dos ventos . Tampouco edificações na faixa do mar , para que não repitamos os erros do passado.
Investir em saneamento, energia, coleta de lixo com separação e manejo. Ter um olhar diferenciado para a educação e a saúde com hospitais que estimulem idosos a residir no litoral com segurança e lazer . Ecoturismo , ciclovias , incentivos ao surf e ao lazer com centros culturais e de teatro para os jovens e todas as gerações. A presença da Universidade Federal do Paraná em seus campus tem sido fator de elevação intelectual para toda a população.
E recuperar o tempo perdido com as concessionárias das rodovias que embora lucrando muito deixaram de realizar as obras contratadas . Hoje na BR 277 temos a rodovia pedagiada com as tarifas mais elevadas e a mais deficitária prestação de serviços.
Escuridão, ausência de balanças em funcionamento, radares insuficientes, terceiras faixas , muretas e guard- rail , reduzido efetivo de policiais rodoviários. Herança ou não, é responsabilidade atual. E uma serra extremamente perigosa com acidentes graves diários e engarrafamentos constantes .
Questões que contratualmente só deverão ser solucionadas à partir de 2030. Poderiam ser antecipadas com alterações contratuais e soluções jurídicas . Uma delas , de baixo custo a iluminação da Serra no quilômetro 30 início da subida até o 50 . A terceira faixa nos 5 kms iniciais da serra . Mais algumas câmeras e radares e telefones de emergência onde não há sinal de celular
Entre a grandiosidade da obra há que haver espaço e obrigatoriedade da simplicidade das medidas necessárias dos governantes locais e de todos os agentes envolvidos e interessados como investidores , consumidores ou apaixonados pelo litoral , a dádiva divina que recebemos .
Se merecem Empreiteiros de Pedágios, Bancos e Fundos, mais a inexistente Operação de Fiscalização do Ministério Público Federal em rodovias federais pedagiadas.
Inexiste a AGEPAR – que leva ação judicial da Sanepar na cara por incompetência do Rubens Bueno, que deveria estar como tantos de pijama.
Inexiste a ANTT que não fiscaliza e muito menos analisa os contratos ao pé da letra.
Parabéns José Maria,
Iniciativas simples – mas sempre adiadas e nem muito caras.
“E recuperar o tempo perdido com as concessionárias das rodovias que embora lucrando muito deixaram de realizar as obras contratadas . Hoje na BR 277 temos a rodovia pedagiada com as tarifas mais elevadas e a mais deficitária prestação de serviços.
Escuridão, ausência de balanças em funcionamento, radares insuficientes, terceiras faixas , muretas e guard- rail , reduzido efetivo de policiais rodoviários. Herança ou não, é responsabilidade atual. E uma serra extremamente perigosa com acidentes graves diários e engarrafamentos constantes .
Questões que contratualmente só deverão ser solucionadas à partir de 2030. Poderiam ser antecipadas com alterações contratuais e soluções jurídicas . Uma delas , de baixo custo a iluminação da Serra no quilômetro 30 início da subida até o 50 . A terceira faixa nos 5 kms iniciais da serra . Mais algumas câmeras e radares e telefones de emergência onde não há sinal de celular.”
Já no Paraná o MPF dorme.
No Gaúcho Pampa eles apitam –
Lá a tal Rumo não tem moleza.
https://www.facebook.com/MPFnoRS/posts/mpf-cobra-defini%C3%A7%C3%A3o-sobre-futuro-da-ferrovia-malha-sul-a-um-ano-do-fim-da-conces/1786102215999942/
https://x.com/portalnsctotal/status/2028134865208541226
Apesar da Agepar
https://www.pacocacomcebola.com.br/destaque/sanepar-nao-quer-devolver-4-bihoes-para-os-consumidores-o-parana/
Copel se negou a devolver também e o Reinhold Stephanes da Agepar nada fez
https://jornaldaorla.com.br/noticias/stf-valida-lei-que-devolve-r-5-bilhoes-em-cobrancas-indevidas-por-concessionarias-de-energia-eletrica/
Quem ficou 6, 8, 10 horas na fila para “pegar o ferry-boat” sabe o valor dessa ponte. Após 1989, pela Constituição estadual, TODOS os governadores (lixos) tiveram base legal para fazer a obra. NENHUM fez, Álvaro. maria louca, Lerner e Beto não se mexeram. Sobrou p/ ratazaninha fazer. E fez. Se correto, certo, cabe aos órgãos fiscalizadores, à bosta do MP, ao inútil tribunal de FAZ DE CONTAS aferir, mas fez. Parabéns ratazaninha por essa obra.