Depois de tomar seu gole de vinagre hoje cedo, o Gaiato da Boca Maldita olhou o atual panorama político do Paraná e mirou no governador Ratinho Junior: “Depois do dia 04 de abril, quando for confirmado que fica até o fim do mandato, nem vento vai bater nas costas dele”.
O pai e a esposa
O fator surpresa de Ratinho Junior – não será candidato a presidente nem a senador – abalou a corrida presidencial. Duas pesquisas nacionais que já iriam para as ruas excluíram seu nome. Do trio presidencial de Gilberto Kassab, era o que melhor pontuava pelo PSD. O governador do Paraná falou sério e sem demagogia, na nota que justificou a saída da disputa, quando citou o ambiente familiar. Ele se aconselhou com o pai, o comunicador Carlos Massa, e a esposa Luciana Saito. Entre portas, no último domingo, avaliaram, segundo próximos, que nunca haverá zona de conforto para político, mas o eventual salto nacional traria luz aos negócios (todos lícitos, claro) do pai e para a sua discreta família. Ou seja, foi questão de preservar o império de comunicação do pai, as empresas do fundo familiar e em especial as filhas contra fake news e o jogo pesado de uma disputa do nível. Mas há o plano político, evidente. Ratinho quer fazer seu sucessor o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD), e vai focar no apoio dos prefeitos. Hoje, Sergio Moro é líder isolado para o Governo.
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Fim de mandato é fim de mandato mesmo. Se quiser café vai ter que tomar de garrafa térmica; até o garçom vai se esquivar…
Curitiba é a cidade com maior IPTU do brasil, uma taxa de lixo que precisa de lupa para saber quem está por detrás.
Está aprendendo a ser Prefeito visto que é guiado e influenciado.