História da política paranaense. No final do ano passado, o governador Ratinho Junior convidou Alvaro Dias para uma conversa no Palácio Iguaçu. O ex-senador achou que o assunto seria a eleição de 2026. Não só ele como alguns presentes estranharam que Ratinho queria saber mais sobre o final do governo de Alvaro, quando ele tinha até distribuído convites para a posse do vice, Ari Queiroz e desistiu na última hora – e foi trabalhar como um mouro na candidatura que apoiava para a sucessão, cujas iniciais eram Roberto Requião. O que aconteceu é que a criatura venceu e jantou o criador sem a menor cerimônia.
O Rodentia Junior conseguiu se auto destruir, destruir o partido e tem inimigo na trincheira em altos cargos no governo do estado e na prefeitura de Curitiba.
A COVARDIA em decidir obrigou-o a ficar no governo deixando sem opção senão em apoiar o melhor -de seu grupo- colocado nas pesquisas. Viu isso também numa pesquisa QUALITATIVA que mandou fazer.
A COVARDIA em não decidir é pior que uma decisão equivocada.
A frase “justiça tardia não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta”, célebre máxima de Rui Barbosa em sua “Oração aos Moços” (1921)
Política tem suas placas tectônicas sensíveis a uma possível delação. Talvez até o sucateamento da copel, vendida ao Tanure, este com estreita relação com banco Master. Repentinamente sem explicação convincente o ratinho se recolhe por quais verdade isto aconteceu. Alguém que vive da política sem saber fazer outra coisa.