A questão da sucessão no Governo do Paraná entrou neste fim de semana com luz amarela no Palácio Iguaçu, depois que muita gente viu, com razão, a vermelha acender com a entrada de Sergio Moro no clã dos Bolsonaro com a aceitação de ser o candidato apoiado pelo PL para dar palanque a Flávio Bolsonaro no Estado. Ratinho Junior talvez tenha levado um choque de realidade porque, quase imediatamente, meteu o pé no freio e logo surgiu a palavra de reordenamento das ações que tem como meta chegar ao segundo turno e, imagina-se, com possibilidade de vencer o senador que sempre execrou e foi execrado por quem ele agora jura amor incondicional. Na freada descrita abriram-se três vagas para o comando político da campanha do sucessor que será escolhido pelo governador. Entre os três que agora ocupam o espaço está um que é pré-candidato ao governo. Alexandre Curi, João Carlos Ortega e Renato Adur vão reoordeenadar as chapas dos partidos que apoiam o governo e isso pode significar que tem gente prestes a abortar o cargo que imaginava disputar – até mesmo dentro do PSD. A conferir.
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