No Centro Cívico há quem tenha convicção de que o PT do Paraná torce pelo desafeto Sergio Moro (União Brasil) para que este rache o grupo formado no entorno do governador Ratinho Junior (PSD). Assim, teria espaço para crescer num estado que é sabidamente hostil à esquerda. No segundo turno da eleição presidencial de 2022, por exemplo, Jair Bolsonaro (PL) fez 62,40% contra 37,60% de Lula. Isso é política!
História de narrativa.
O PT do Paraná teve racha interno que não curou e é cada um para si.
O ex presidiário de Londrina André Vargas está destoando e quer ser de novo o Deputado que substiitui o professor do Mensalão e Larápio-Mor José Mohamad Janene.
Ele e o Zeca Dirceu vão perder para Renato Freitas que se elegerá como um candidato do voto de protesto.
A Gleisi Hoffmann é a candidata do que der e vier e será a nova Ideli Salvatti do Paraná.
Até o Gilmar Piola sabe disso.
Ao PT resta apostar.
Um partido que elege apenas 3 prefeitos no Estado, todos em pequenas cidades com menos de 15 mil habitantes, e que elege apenas um vereador em Curitiba, um em Maringá e um Londrina, precisa torcer muito.
Aliás, Vanhoni em Curitiba e Mario Verri em Maringá seriam eleitos por qualquer partido. Seguindo este raciocínio, como partido, efetivamente, parece que o PT só elegeu 1 vereador nas 3 maiores cidades do Paraná (a vereadora Paula Vicente em Londrina).
Da forma com que o partido é gerido no Estado, mais preocupado com likes do que com votos, resta mesmo apostar. No Requião pai, no Requião Filho, no Moro. Quase o PT.bet.
O Falecido PT Paraná você quer dizer né?