de Carlos Castelo
§ Enquanto o Brasil discute se a democracia está de pé, sentada ou em posição fetal, ignoramos um fenômeno que desafia a biologia, a física e até o IBGE: a barriga de Jair Bolsonaro adquiriu vida própria. Sim, estamos diante do primeiro abdômen autônomo da história da humanidade.
O vídeo divulgado por um dos herdeiros do clã Bolsonaro mostra o ex-presidente em sono profundo enquanto sua barriga se mexe, vibra, talvez até fale. Especialistas em paranormalidade abdominointestinal já cogitam que o órgão esteja tentando fugir do corpo — uma espécie de exílio voluntário.
E por que a ciência não para tudo para estudar esse milagre evolutivo? Porque estamos muito ocupados com CPI, STF, PL e outros acrônimos menos movimentados que a barriga em questão.
Se confirmada sua autonomia, a barriga de Bolsonaro poderá se candidatar em 2026. E, francamente, teria mais articulação que muito político por aí. Afinal, quem tem movimento próprio merece, no mínimo, uma cadeira no Senado. Ou uma cadeirada, dependendo em quem você vota.