A liderança do senador Sergio Moro (UNIÃO) em mais uma pesquisa eleitoral para o governo do Estado não é novidade. Ele parece carregar um estandarte da Lava Jato da primeira fase, onde virou o paladino da Justiça contra a corrupção, coisa que o tempo provou ser algo longe do mundo real, e isso demoliu a ideia dele ser candidato à presidência da República, mas lhe deu antes o cargo de ministro da Justiça de Jair Bolsonaro, com quem brigou e saiu do governo depois de um ano no poder. A eleição para o Senado mostrou que no Paraná o estandarte ainda faz efeito, tanto que pouca gente lembra que o maringaense queria ser candidato por São Paulo, como a mulher dele, Rosângela, foi e se elegeu deputada federal. A pesquisa divulgada hoje mostra que Moro está bem na fotografia, mas há um novo dado incluído no levantamento da Paraná Pesquisas que coloca uma perspectiva para a eleição que acontece daqui a 15 meses num plano mais real, ou seja, como se comporta o eleitor quando se coloca Ratinho Junior no apoio ao escolhido para a disputa. O governador tem 81,4% de aprovação para sua gestão, um recorde, já em segundo mandato. Na lista dos nomes que poderão receber o aval dele, no mundo político um nome tem sido olhado com especial atenção porque carrega o apoio da maioria dos prefeitos do Paraná, de um forte grupo de políticos que estão sob seu comando como presidente da Assembleia Legislativa, além das classes produtoras do agronegócio e indústria. Ou seja, se for escolhido vai levar junto o apoio dessa retaguarda de peso e também o fato de ser deputado estadual mais bem votado no Estado. Tudo isso não é invenção, e qualquer analista que acompanha a política paranaense com lupa concorda. Alexandre Curi já está no trecho há algum tempo – e isso sempre fez durante os mandatos. Não surpreende que, hoje, numa disputa com Moro – e ele apoiado por Ratinho Junior, ficou cerca de 10 pontos percentuais atrás do senador (37,8% e 48,7%). O secretário Guto Silva, amigo pessoal de Ratinho, alcançou 35,2% contra 48,8% do líder. Resta saber o que o governador, pré-candidato à presidência da República (ou ao Senado) vai decidir. A certeza é que não vai querer perder essa parada . Assim como os dois mais cotados para a escolha, é jovem e pretende ter uma longa carreira de sucesso.
Com apoio de Ratinho Junior;
- Sergio Moro (União Brasil) – 48,7%;
- Alexandre Curi (PSD), com o apoio do governador Ratinho Junior – 37,8%;
- não sabem/não opinaram – 5,3%;
- nenhum/brancos/nulos – 8,2%.
- Sergio Moro (União Brasil) – 48,8%;
- Guto Silva (PSD), com o apoio do governador Ratinho Junior – 35,2%;
- não sabem/não opinaram – 6,0%;
- nenhum/brancos/nulos – 10,1%.
Quase que Ratinho perdeu as eleições de Curitiba.
Se não fosse o Jair Bolsonaro atacar a Cristina Graeml e a Prefeita seria ela, Dudu Slaviero Pimentel não pegou na partida.
Vale o apoio do eleitor da “otoridade do dia” como aquela força para empurrar a Rural para pegar no tranco, depois o motorista rem que calcular o combustível e o roteiro para não atolar e morrer na lama.
Qual foi o voto a prefeito de Curitiba de Roberto Requião em 2024?
Roberto Requião – MOBILIZA – 17.155 votos.
O PSOL fez a metade dos votos dele, quase perde hein? Professora Andrea Caldas PSOL – 8.021 votos.
Lula, Gleisi e PT, mais Goura apoiaram o ex tucano Luciano Ducci no PSB que fez APENAS 181.770 votos.
Ney Leprevost com Rosanfela Moro de vice prefeita fez pelo UNIÃO uma merreca de 60.675 votos.
Luizão Goulart fez pelo SOLIDARIEDADE 41.271 votos e ganhou uma secretaria de Administração de Ratinho para PInhais, deixando a filha de Cida Borghetti Barros no PP no chulé – Maria Victoria com 20.497 votos de vereadora.
O PT se for esperto coloca Renato Freitas de vice de Requião Filho e juntos garantem passagem para o segundo turno é a união da periferia de Curitiba com Renato e o interior com Requião Filho que vai pegar o eleitorado do pai para se tornar governador por outro lado o pai tem chances grandes de voltar so senado de onde nunca devia ter saído.