A da semana é da Liderança da Oposição na Assembleia, que divulgou texto onde destaca que o líder, deputado Arilson Chiorato (PT), garantiu “o papel atuante do Governo Lula no combate à fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), responsável pelo pagamento das aposentadorias e benefícios sociais no Brasil”. “Onde antes havia silêncio, hoje tem investigação séria. Onde havia esquema escondido, agora tem prestação de contas”, disse o parlamentar. Então, tá.
Onde havia corrupção federal, havia também omissão do governo petista e prejuízo para os aposentados. E agora há uma tentativa descarada de terceirizar a bandalheira…
O irmão do Lulla é vice presidente de um sindicato de aposentados da Força Sindical. As centrais sindicais UGT, CUT e CONTAG estão envolvidos até o talo. E os larápios roubaram pobres.
Arilson Chiorato deveria se penitenciar e renunciar o mandato.
Ele não foi assinar o contrato do 2 novos pedágios de Lyula na terra paransense?
São 4 ô Arilson.
Faltam 2.
Ah, as narrativas, as narrativas!!!
Cambada!!!
Com 6 bilhões escorrendo pelas cuecas é possível pagar os melhores advogados de defesa do mundo, será que o primo distante, ou melhor, o irmão do molusco bebado ladrão vai preso? kkkkkkkk país de merda
Ou o deputado Arildo Chiorato quer confundir ou está muito mal informado. Ou será as duas coisas?
É fato que o esquema começou no governo anterior.
Mas porque, avisado no início de 2023, Lupi nada fez?
Porque os descontos indevidos crescem vertiginosamente à partir de 2023? Vejam os números:
– 2020 a 2022: 2,4 bilhões descontados indevidamente
– 2023 a 2025: 5,2 bilhões descontados indevidamente
– Total: 7,6 bilhões descontados indevidamente
fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/04/23/inss-em-um-ano-queixas-de-descontos-indevidos-cresceram-2765percent.ghtml
Ou seja, quase 70% dos descontos indevidos ocorreu neste governo!
Por fim, o deputado diz que este governo investigou. Ora deputado, quem apurou e denunciou foi a Polícia Federal, um ÓRGÃO DE ESTADO e não um órgão de governo.
Deputado, é preciso coerência. Não dá para ora chamar a PF de órgão de Estado e ora agir como se fosse aparato de governo.