7:44Notícias do Chega

por Cláudio Henrique de Castro

Como todo partido de extrema direita que se preza, o Chega de Portugal anuncia medidas contra a corrupção, contra os crimes sexuais, contra a marginalidade que assola Portugal e a Europa. Segundo eles causadas pelos imigrantes, dentre outras “criações”.

Estampam as manchetes: “Chega mobiliza deputados para conquistar câmaras com discurso anticorrupção (DN)”.

Também defendem a castração químicas dos pedófilos e abusadores, medida sem cientificidade e sem amparo na Constituição Portuguesa.

Surpresa! Um dos seus deputados, combatentes da moralidade, marcou um encontro sexual com um rapaz de 15 anos, mediante a paga de vinte euros, ou seja, crime de abuso de menor.

Três meses antes discursou na tribuna parlamentar contra abusadores e pedófilos. 

Na semana anterior, foi apanhado outro deputado, também do Chega, que furtava malas em aeroportos. 

Com uma mala grande ele surrupiava malas menores nas esteiras, ia à casa de banhos, como é conhecido o banheiro em Portugal, e as colocava dentro da mala maior. Saia assobiando do local.

As autoridades conseguiram recuperar mais de vinte malas, depois de medidas de busca e apreensão.

Numa outra ocasião, também recente, outro deputado regional foi pego numa blitz com 2,25 g/l de álcool no sangue, o que configura crime de trânsito.

As piadas que circulam dão conta que se o eleitor não for roubado, poderá ser atropelado por um bêbado ou abusado por outro.

“Chega” de escândalos?

No outro lado do oceano, Trump, o primeiro presidente dos E.U.A. fichado criminalmente, respondeu por 34 acusações e foi condenado em todas, mas foi liberado pois se elegeu. Segundo a justiça americana isso é perfeitamente possível. 

O chefe daquele poder executivo ainda responde por três crimes graves, que segundo sua defesa são uma conspiração.

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