As gigantes da fabricação de cigarros eletrônicos fazem lobby para construir fábricas no Brasil. O público consumidor passou de 500 mil para 2,2 milhões de pessoas. O mercado clandestino movimenta R$ 7,5 bilhões por ano. A Anvisa estuda a proibição, mas não decidiu. Vai segurar a pressão?
Vão ganhar incentivo fiscal para matarem de câncer?