por Nelson Padrella
Não sei o que fazer para ressuscitar o grande pintor Miguel Bakun, duas vezes assassinado pela frieza de Curitiba. O primeiro assassinato foi cometido por ele mesmo, ao enforcar-se em sua casa na Rua Paraguaçú. O segundo foi cometido pelo Estado e consentido pela população de Curitiba. Criada uma Sala para abrigar sua obra, vimos esse espaço ser desativado, e nunca mais se falou em Miguel Bakun.