Do Analista dos Planaltos
Consumada a decisão de demitir o procurador Diogo Castor de Mattos, tomada ontem pelo Conselho Nacional do Ministério Público, a pergunta que fica agora é: e os quase R$ 400 mil de diárias irregulares que o procurador recebeu entre 2016 e 2019, porque atuava em Curitiba, como ficam? Serão descontados na rescisão?