Não há homem, não importa quão rude, rústico ou cultivado, que não arada com uma quase infinita gloriiae cupiditas [cobiça de glória]. […] Nenhuma arte consegue extirpá-la, nenhuma lei ou temor de punição, reprimi-la. […] Não há raça, condição ou idade que não esteja inflamada por esse desejo, É espantoso como as crianças e até os bebês são suscetíveis à influência do elogio. (Juan de Mariana – 1559)