6:56Da Morte

por Mané Galo, da Ilha do Chapéu, na Baía de Guaratuba

Durante muitos anos a BR-376 foi chamada de “Rodovia da Morte”. Com pista única e intenso tráfego entre Curitiba e Florianópolis, era um desafio ao motorista que se arriscava e chegar à capital catarinense. Veio a duplicação e a esperança de viagens mais tranquilas e seguras. Ficamos todos na esperança. O aumento de veículos nos últimos anos transformou a estrada novamente em ”Rodovia da Morte”. São raros os dias em que não há registro de um acidente com interrupção do trânsito. Viajar entre Curitiba e Florianópolis continua sendo uma aventura e um grande desafio. Duas pistas em cada sentido já não atendem o grande número de veículos que trafegam entra São Paulo e o Mercosul.

3 ideias sobre “Da Morte

  1. walter schmidt

    Grande Zé: diga ao Mané Galo que se a ligação Curitiba-Floripa tivesse duas pistas em cada sentido tudo estaria resolvido. Na verdade, são duas faixas em cada sentido. Só há uma pista de ida e outra de volta. Abs.

  2. Cora

    É a “Rodovia da Morte” porque não tem Ferrovia. Como convencer os nossos governantes que essa é a solução? Uma locomotiva “puxa” 40 ou mais vagões equivalentes a 40 ou mais caminhões que deixariam de transitar nas rodovias.
    Comecemos uma campanha: Ferrovias já!

  3. marcelo

    Mentira. As duas pistas servem tranquilamente. O problema é simples: velocidade e falta de fiscalização. 90% dos acidentes é velocidade de carros ou caminhões. e 95% do congestionamento e devido aos acidentes anteriormente citados.
    Portanto aumentar o número de faixas não vai resolver.
    Colocar um radar a cada 500m vai resolver e muito!

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