18 ideias sobre “O FLAGRA

  1. ALL "ou" nada

    É isso que dá abandonar o trem como meio de transporte principal em favorecimento do modal da indústria petroleira, o caminhão. FHC devia ser preso, condenado e execrado pelo que fez com a antiga e eficiente RFFSA. E nesse período todo as rodovias também foram abandonadas, até pelo uso excessivo por meio de caminhões fica inviável uma manutenção adequada. Deu no que deu, pedágio e mais pedágio. Será que um dia o povo vai acordar para isso ? Será que politicamente é possível uma guinada para a recuperação da malha ferroviária, pelo incentivo a modais de transporte que não dependam tanto do petróleo como são os caminhões ? Caracas que eu estou bem pessimista !

  2. Rock

    Assassinos sem compromissos com a sociedade, cadeia a esses marginais que destruiram a construção da história pública, B A N D I D O S.

  3. jeremias bueno

    Não se iludam.
    Só a iniciativa privada é competente e ágil para gerenciar a economia.
    O estado é um mastodonte perdulário e já ficou provado que não consegue administrar nada.
    Viva o neoliberalismo. Abaixo o estado interventor.

  4. Craveiro

    E ninguém vai preso…. Sabe de uma coisa? Já tô ficando de saco cheio com tudo isto e achando que certo mesmo está o Lugo. O negócio é botar prá f…..!

  5. Osdrovaldo

    Ué, mas o Caminho do Itupava não recebeu um empréstimo milionário de um banco alemão ? Ao que conste, a casa do Ipiranga é muito próxima do tal caminho turístico…

  6. jango

    Se nós tevessemos – é uma velha história que se está escrevendo no Paraná – as ditas autoridades de controle público, positivas e atuantes, um patrimônio cultural como este estaria sendo imediatamente objeto de procedimento destinado a apurar responsabilidades, exemplarmente. A foto da Casa do Ipiranga é o retrato atual do poder público estadual. Com exceções, tais autoridades públicas não se miram nos valores culturais da sociedade, miram-se, já faz algum tempo, somente nelas mesmas. Vivem para si próprias, compadrinhadas em recíprocas benesses, na manutenção das suas prerrogativas e dos seus régios salários pagos pelo povo. O que interessa ao povo e ao interesse público é acessório para esta nomenklatura estatal.

  7. ricardo silva

    VEJAM POR ESTE LADO, RUÍNA HISTÓRICA É MAIS FÁCIL DE CONSERVAR.
    DEVE SER ESTA A LINHA DE PENSAMENTO UTILIZADA.

  8. Carlão

    Zé, a Rede foi privatizada pelo FHC, certo? E no contrato deveria haver a ordem – repito, ordem – de manutenção do equipamento, das estações e do patrimônio. Como a Casa do Ipiranga está deste jeito, não caberia uma possível ação de reparação de danos com a Serra Verde?

  9. Lery

    La vai nosso patrimônio histórico. Onde está o Iphan e a Secretaria de Cultura do Paraná?? Pelo que vemos aí, a recuperação parece impossível..

  10. marcelo

    A Serra Verde Express é uma empresa egoista que se sente dona e não locataria do trajeto e tambem de toda a imagem do caminho ferroviario.Devreriam ter cuidado da casa sim …e isto deveria estar no contrato. Uma pena , agora é irreversivel.Passei muitas tardes incriveis naquela piscina , antes dos assaltos e do vandalismo numa epoca aonde tudo era mais simples.Eramos ingenuos.Nao sabiamos que tudo seria tao ruim.

  11. Imelda Marcos

    Vergonhoso, cadê o Ministério Público? A comnstrução nao era patrimônio histórico??????????????????????????????

  12. vudu

    Tive a oportunidade de me hospedar na casa do Ipiranga no ano de 1995. Uma maravilha. Casa bem acabada e de grande conforto.
    Ano passado estive lá novamente… Deu vontade de chorar com o que vi. Montes de fezes dentro de paredes expostas ao tempo, sem telhado, tomado pelo mato em completo abandono.
    Essa privativação serviu para, literalmente, cagarem na história do Paraná.

  13. Túlio - História

    Srs,
    Esta Casa, construída no inicio dos anos de 1880, serviu como base para o Sr. Teixeira Soares, um dos engenheiros responsáveis pela construção da estrada de ferro Paranaguá-Curitiba. Após a construção serviu também aos senhores da administração da rede e um lugar de recepção de artistas e cientistas. Em 1883 chegou a pernoitar por ali o então governado da província, Sr. Carlos de Carvalho.
    Este relato muito simplificado é apenas para mostrar que esta Casa é PARTE DO PATRIMÔNIO CULTURAL DO ESTADO DO PARANÁ, e por isso deveria receber a devida atenção tanto do setor público quanto do privado. Enquanto não houver o devido reconhecimento enquanto patrimônio, aliados a conscientização de educação patrimonial, nada pode ser feito. A idéia é difundir pelos canais de imprensa, pelo IAP e pela SEEC, a importância de unir as questões de preservação ambiental a questão de preservação do patrimonio cultural.

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