8:54A munição contra Moro e a rolha

“Munição para os adversários” é o que tem brotado em notas de colunas na internet ao relatar algum possível deslize de Sergio Moro no passado, principalmente quando era ministro da Justiça de Jair Bolsonaro. Os tiros têm-se mostrado insuficientes, Agora mesmo, na coluna de Gilberto Amado, sobre a promessa de construção de um presídio de segurança máxima no Paraná, a informação é que oposição vai afirmar que é uma promessa repetida. Então é citado o acordo feito com o governo de Eduardo Leite para fazer a primeira penitenciária federal do Rio Grande do Sul. O anúncio surgiu em 2019 e a entrega prometida para 2023. Moro saiu do governo em 2020 e, segundo o publicado, a obra nunca saiu do papel. “Sem a vaga federal, o governo gaúcho teve que se virar sozinho. Gastou R$ 185 milhões do próprio bolso para inaugurar uma unidade estadual no fim de 2023 em Charqueada”. A assessoria de Moro respondeu que o projeto da prisão estadual foi feito com recursos federais e que, “com a descoberta de planos para resgate de lideranças do PCC, a prioridade do governo passou a ser a melhoria da segurança dos presídios federais já existentes”, Juntando lé com cré, por enquanto as promessas de ataques da oposição, principalmente do batalhão instalado no Palácio Iguaçu, não surtiram efeito – Moro continua liderando folgadamente as pesquisas. Parece que, no máximo, este tipo de munição não tem poder capaz de “ferir” o adversário – mais parecem ser rolhas de espingardas de pressão, como aquelas dos parques de diversão. .

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