Com a possibilidade de Cristina Grael. como vice, assumir o governo por alguns dias caso Sandro Alex seja eleito, o Palácio Iguaçu pode se transformar numa bateria de artilharia pesada.
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4 thoughts on “JORNAL DO CÍNICO”
FBS
Sandro, o homem da infra, vai ter trabalho nos debates para descontruir essas narrativas:
Já está eleito antes das convenções? Ela já está eleita?
Bah!!!! Que cansaço dessas bobagens! Quanta M.
Jaime Lerner tinha razão
Que comecem os jogos mortais. A turma dos preteridos vai seguir com chumbo grosso, sempre de fogo amigo. Vão derreter o Sandro Alex e isso será de dentro para fora e não de fora para dentro. Igual fizeram com Guto Silva – mas agora a própria Entourage do Guto pode vir a desferir golpes contra o homem forte das obras públicas, somando-se à galera do AC e do GG, dentre outros. A noite dos punhais longos se tornou no semestre, em curso, dos punhais longos. O governador não tem ninguém efetivamente confiável no seu entorno e isso é expressionante.
Judge Monroe
Falando em artilharia pesada, vale a pena atirar em Sérgio Moro, o famigerado Judge Monroe.
Vi no Instagram de Sérgio Moro e não acreditei:
Amin Hannouche parece ter decidido que a coerência é um detalhe dispensável — daqueles que se joga fora junto com o discurso antigo quando a conveniência bate à porta. Afinal, estamos falando de alguém que orbitou um grupo político ligado a figuras como Beto Richa e Luiz Abi Antoun, nomes envolvidos em investigações e escândalos no Paraná, e que agora resolve posar ao lado de ninguém menos que Sérgio Moro.
Sim, o mesmo Sérgio Moro que, quando vestia a toga, não tratava esse círculo como “parceiros”, mas como alvos de operações, chegando a apontar indícios de “grande corrupção” e esquemas complexos ligados ao grupo de Richa. Ou seja: ontem era caso de polícia, hoje virou palanque.
Amin, ao se alinhar a Moro, faz algo que beira o constrangedor: se submete politicamente a quem ajudou a desmoronar o ambiente político dos seus próprios aliados. É como aplaudir o incêndio depois de perder a casa — desde que renda um cargo ou uma foto conveniente.
Mas, sejamos justos: não é uma incoerência solitária. Sérgio Moro também parece ter aderido à modalidade “memória seletiva premium”. O ex-juiz que construiu sua imagem combatendo exatamente esse tipo de grupo agora aceita — ou ao menos tolera — figuras orbitando o mesmo universo político que ele próprio classificou como corrupto.
A pergunta inevitável é: o que mudou? As provas desapareceram — ou foi só o discurso que ficou pelo caminho?
Quando Moro se aproxima de nomes ligados ao grupo de Richa, antigo réu de suas próprias decisões judiciais, ele não apenas relativiza seu passado — ele o reescreve. A Lava Jato, que antes era apresentada como cruzada moral, vira um detalhe incômodo diante da necessidade de montar chapa, somar votos e sobreviver eleitoralmente.
No fim, o espetáculo é esse:
— Amin finge que nunca esteve do lado atingido pela Lava Jato.
— Moro finge que nunca mirou nesse mesmo grupo.
E ambos esperam que o eleitor finja que não percebe.
Se isso não é incoerência, é algo ainda mais sofisticado: uma espécie de amnésia política combinada — onde o passado é descartável e a conveniência sempre vence.
Sérgio Moro é um político profissional da velha politica!
Sandro, o homem da infra, vai ter trabalho nos debates para descontruir essas narrativas:
https://gazetadoparana.com.br/artigo/ponte-de-guaratuba-denuncia-aditivo-88-milhoes-der-paraguai
Já está eleito antes das convenções? Ela já está eleita?
Bah!!!! Que cansaço dessas bobagens! Quanta M.
Que comecem os jogos mortais. A turma dos preteridos vai seguir com chumbo grosso, sempre de fogo amigo. Vão derreter o Sandro Alex e isso será de dentro para fora e não de fora para dentro. Igual fizeram com Guto Silva – mas agora a própria Entourage do Guto pode vir a desferir golpes contra o homem forte das obras públicas, somando-se à galera do AC e do GG, dentre outros. A noite dos punhais longos se tornou no semestre, em curso, dos punhais longos. O governador não tem ninguém efetivamente confiável no seu entorno e isso é expressionante.
Falando em artilharia pesada, vale a pena atirar em Sérgio Moro, o famigerado Judge Monroe.
Vi no Instagram de Sérgio Moro e não acreditei:
Amin Hannouche parece ter decidido que a coerência é um detalhe dispensável — daqueles que se joga fora junto com o discurso antigo quando a conveniência bate à porta. Afinal, estamos falando de alguém que orbitou um grupo político ligado a figuras como Beto Richa e Luiz Abi Antoun, nomes envolvidos em investigações e escândalos no Paraná, e que agora resolve posar ao lado de ninguém menos que Sérgio Moro.
Sim, o mesmo Sérgio Moro que, quando vestia a toga, não tratava esse círculo como “parceiros”, mas como alvos de operações, chegando a apontar indícios de “grande corrupção” e esquemas complexos ligados ao grupo de Richa. Ou seja: ontem era caso de polícia, hoje virou palanque.
Amin, ao se alinhar a Moro, faz algo que beira o constrangedor: se submete politicamente a quem ajudou a desmoronar o ambiente político dos seus próprios aliados. É como aplaudir o incêndio depois de perder a casa — desde que renda um cargo ou uma foto conveniente.
Mas, sejamos justos: não é uma incoerência solitária. Sérgio Moro também parece ter aderido à modalidade “memória seletiva premium”. O ex-juiz que construiu sua imagem combatendo exatamente esse tipo de grupo agora aceita — ou ao menos tolera — figuras orbitando o mesmo universo político que ele próprio classificou como corrupto.
A pergunta inevitável é: o que mudou? As provas desapareceram — ou foi só o discurso que ficou pelo caminho?
Quando Moro se aproxima de nomes ligados ao grupo de Richa, antigo réu de suas próprias decisões judiciais, ele não apenas relativiza seu passado — ele o reescreve. A Lava Jato, que antes era apresentada como cruzada moral, vira um detalhe incômodo diante da necessidade de montar chapa, somar votos e sobreviver eleitoralmente.
No fim, o espetáculo é esse:
— Amin finge que nunca esteve do lado atingido pela Lava Jato.
— Moro finge que nunca mirou nesse mesmo grupo.
E ambos esperam que o eleitor finja que não percebe.
Se isso não é incoerência, é algo ainda mais sofisticado: uma espécie de amnésia política combinada — onde o passado é descartável e a conveniência sempre vence.
Sérgio Moro é um político profissional da velha politica!