Por algum motivo insondável, nosso memorialista de plantão, o chapa José Maria Correia, revisou e enviou no sábado o texto “A Curitiba que conheci”, em homenagem ao aniversário de 333 anos da capital, e ele só apareceu hoje de madrugada. No bilhete anexado, ele lembra que muito “garganta” que fala da cidade certamente nunca foi ao futebol e nem esteve no “basfond” – e arremata de forma perfeita por quem esteve em todas e jamais esqueceu: “Privilégio de nosotros bípedes implumes noturnos de antigamente”. Ave, Zé Maria! Ao leitores, basta um clique abaixo para conhecer o pedaço da cidade e da vida como ela é e ele viu e sentiu:
Certo. Comecei a andar pela noite de Curitiba nos idos de 1975 e sempre quieto, com um ou dois amigos no máximo.
Texto longo, mas merece ser lido até o final. O J Maria é um purista, tanto no trato dos escritos, quanto no estoque de emoções. Um cara vivido, mas não sofrido: soube amortecer os trancos e os solavancos.