Nelson Padrella está fazendo 16 anos hoje. Ele nasceu em 1938 no Rio de Janeiro. O sotaque é o do humor, afiado no nonsense. Ele leva a vida na flauta – e o termo é só para o deboche. Escritor, pintor, ator, amor, design de joias, roteirista de histórias pornográficas, analista esportivo sem nunca ter dado um bico numa bola nem acompanhado 90 minutos de partida na suburbana. Também foi militar, mas fala pouco sobre isso porque viajou com a filha de um presidente de chumbo. É leve como um anjo torto, daí ter sido roubado e escanteado na cidade onde quem é especial demais merece a silenciosa navalhada na carótida. O primeiro encontro foi como deveria ser: lendo um texto da coluna que manteve ereta e onde escrevia Cartas à Berta no jornal Gazeta do Povo. Único, como alguém que invadiu uma rádio em Palmeira e descobriu como viajar pelo ar – daí o gosto pela PRK-30 de Lauro Borges e Castro Barbosa. Feliz daquele que o conhece e a cada encontro participa de um verdadeiro show da vida. Ele é fantástico, no exato termo da palavra.
Parabéns digníssimo vivente!!!! Proprietário de um humor brilhante que torna a vida mais leve…..
Parabéns, Padrella, que os seus 16 anos venham com muitas flautadas, muitas histórias, e todo o deboche que o mundo ainda precisa aprender com você.
O talentoso Padrella, figura histórica da imprensa paranaense. Poeta, artista e bom caráter. Se a data for esta, muitos parabéns. abraços.