6:57NELSON PADRELLA

A cor do sangue que trilha os mil caminhos das minhas veias é vernelho. O seu sangue também é. O sangue de nenhum dos seus antepassados ou dos meus não era azul, tivéssemos ou não um pequeno príncipe ou um baronete na família.
Agora, dizem que a camisa da Seleção será da cor do sangue que carregamos pela vida inteira, desde sempre. Finalmente, uma ideia que me emociona: fazer a camisa da Seleção ostentar a cor do sangue que nos faz vivos.

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One thought on “NELSON PADRELLA

  1. swissblue

    Concordo que Nelson Padrellal tem textos inspiradores, mas defender a mudança da camisa canarinho para o vermelho é forçar uma simbologia que não combina com o Brasil.

    Não se trata apenas de uma questão estética, mas de tradição. A camisa amarela é icônica, associada a momentos gloriosos da Seleção. Por que trocar isso por uma cor que, hoje, é mais ligada a projetos políticos do que ao esporte? A Suíça pode jogar de vermelho, mas o Brasil tem suas próprias cores—e elas já consagraram a história do futebol brasileiro.

    Fora politicagem do futebol! O Brasil é amarelo, verde e azul—não vermelho.A poesia da frase é bonita, sim, mas não justifica manchar a tradição da Seleção com uma cor que, hoje, carrega um simbolismo político inegável. O vermelho pode até ser a cor do sangue, mas também é a cor de partidos que há anos tentam transformar o Brasil em um experimento fracassado.

    Minha Suiça tem a bandeira vermelha e joga de vermelho. E ponto,

    Endireita-se Padrella!

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