No pinga-pinga da chegada de vacinas ao Paraná, o quadro da ocupação de leitos e a fila de pacientes na espera permanece inalterado há um bom tempo e até parece coisa normal – mas no lero-lero das entrevistas dos agentes públicos, não se ouve uma nada de crítica à essência dessa situação quase caótica causada por quem deveria ter cuidado do problema desde o começo, mas se lixou, ou seja, o governo federal. Fica-se naquela situação do se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. É o horror!