De um amigo do blog a respeito da “Marcha da Maconha”:
Sem puritanismo e tampouco radicalismo, mas só quem começou fumando um “inofensivo” baseadinho e chegou ao fundo do poço das drogas e da dependência química – e agora está reaprendendo a andar através dos 12 passos – sabe bem o quanto a maconha é inofensiva.
E, no primeiro, a maconha. No segundo dia, o crack, no terceiro, o pó branco, no quinto, a heroína, no sexto, o extasy. E no sétimo, descansou: Numa cela ou num túmulo qualquer.
Existe muito preconceito e muita bobagem dita sobre a maconha. Geralmente quem não sabe de nada arrota sabedoria, ditando comportamentos sociais. Entre meus amigos adultos, uns vinte usam a cannabis numa boa: são médicos, advogados, políticos. Durante esses anos todos nunca soube que algum deles tivesse mijado fora do penico. Em países como Estados Unidos, o Governo pensa diferente. Não dizemos sempre que o que é bom para o Estados Unidos é bom para o Brasil? A verdade é que interesses outros se escondem por traz disso tudo, principalmente comerciais. O cigarro comum é cancerígeno e o álcool é responsável pela violência; no entanto, bebemos e fumamos sem medo de sermos infelizes. Mas maconha não pode. Maconha é coisa do diabo!