5:30JORNAL DO CÍNICO

Do Filósofo do Centro Cínico

As categorias do funcionalismo público que hoje cruzam os braços em protesto contra as mudanças nas previdência social não sabem dizer como a manezada que pega no pesado na iniciativa privada encara a coisa. Pelo fato de terem estabilidade no emprego e receberem aposentadoria integral, acreditam que não há melhor momento de esbórnia da vida nacional para não só garantir os direitos que têm e, se possível, quem sabe, tratar de aumentar os vencimentos como prêmio por toda a vida dedicada ao serviço público. Seria um reconhecimento depois que deixarem definitivamente a cadeira sem o paletó na repartição.

3 ideias sobre “JORNAL DO CÍNICO

  1. Estatística

    Caro Filósofo:

    O empregado da iniciativa privada tem um teto de 10 salários mínimos para contribuição para a previdência. O funcionário público paga 11% sobre o total dos rendimentos.

    Uma “pequenina” diferença.

  2. eleitor desmemoriado

    Data vênia caro Estatística, os empregados celetistas também pagam esta alíquota de 11%, igualzinha a dos servidores estaduais, mas você omitiu uma informação muitíssimo importante, a aposentadoria dos servidores não é limitada ao teto da Previdência Social. Outra coisa também importante, os celetistas nem sabem o que é licença prêmio por assiduidade, só no nome é claro. Mas isto você também não contou. O desespero de todos os servidores não é o fim da estabilidade , coisa que nunca vai acontecer , mas por causa da idade mínima, mas isto ninguém conta. Sou servidor público, então não me venha com trololó.

  3. Estatística

    Trololó não.

    Também sou funcionário público concursado, na bica para a aposentadoria nas regras atuais. Já ouvi de amigos que sou marajá por não pagar previdência. Quando mostro o contracheque levam susto. Quanto à estabilidade pergunto: você tem FGTS para receber na sua aposentadoria? Estou sacando R$ 22,17 das contas inativas do meu tempo de iniciativa privada. Duas empresas onde trabalhei não existem mais e não fizeram os depósitos devidos.

    Concordo plenamente com você quanto às greves, paralisações e exigências descabidas daqueles que não trabalham e ficam pendurados em um cargo qualquer em entidade que não seria função de Estado.

    Outra coisa que não não concordo é a igualdade salarial. O grevista ou o folgado recebem, por lei, o mesmo que aqueles que trabalham e realmente se interessa pelo que faz e faz o que gosta. Ou os professores e as escolas que sairam-se bem nos ENEMs e afins não poderem ser premiados por eficiência e eficácia na utilização do serviço público.

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