7:43Gleisi, a Venezuela e os valetões de Curitiba

Lula da Silva, líder máximo do PT, pediu para Nicolas Maduro, presidente da Venezuela, baixar a bola antes que um banho de sangue manche aquele país em frangalhos com a administração bolivariana. A senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, defende Maduro e, por tabela, sua política de repressão que já matou uma centena venezuelanos e faz no domingo a eleição de uma Constituinte que, no  fundo, é uma cartada (para não usar golpe) do presidente para se manter no poder enquanto a ninguenzada de lá ou foge (10 mil entraram no Brasil só com a roupa do corpo) ou passa fome. Gleisi, que é réu na Lava Jato, assim como seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, que está na muda, está se tentando se mostrar mais radical do que o maluco de João Pedro Stédile. Até seu companheiro de bancada, o senador Roberto Requião, se incluiu fora da defesa do governo venezuelano, ele que nunca escondeu sua admiração por Hugo Chávez, está quietinho diante da situação de descalabro administrativo naquele país. Gleisi, vociferando contra a “tentativa de derrubar o governo legítimo” de Maduro lembra bastante o tempo da campanha que fez para a prefeitura de Curitiba, onde aparecia, bem vestida e maquiada, nas quebradas da periferia ao lado de valetões e barracos: não orna.

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