14:55Caça vazamentos

Do Goela de Ouro

 

O Ministério Público do Paraná vai abrir uma sindicância interna para averiguar a fonte do vazamento de grampos telefônicos sobre a investigação sobre casos de denúncias envolvendo delegados da Polícia Civil. O inquérito corre sob segredo de Justiça, mas interceptações telefônicas e videos de depoimentos a promotores têm sido divulgadas regularmente pela RPCTV.

5 ideias sobre “Caça vazamentos

  1. Golberyl do Coito dos Silvas

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    Esse MP do Pr tá mais descreditado que os anjos da guarda da Família Kennedy.

  2. Justo

    Está mais do que na hora de abrir mesmo porque ficou muito feia essa história do vazamento. O pior é que o MP é corporativista e não vai dar em nada

  3. rui barbosa

    é caso para á Procuradoria Federal intervir, pois deve estar ocorrendo propina – realmente é surpreendente a maneira que entrevistas e gravações principalmente contra policiais chegam às mãos da RPC.

  4. mario jorge

    A facilidade com que denúncias são vistas na mídia já condena a idoneidade dos policiais mesmo sem julgamento; é um crime desumano o que está sendo feito.

  5. Delegado Claudio Marques

    Nota à imprensa
    Curitiba, 23 de agosto de 2013.
    A Comissão de Direitos Humanos “Irmãos Naves” está acompanhando as investigações das denúncias de tortura contra presos, em operação coordenada pelo GAECO na cidade de Araucária, no dia 20/08/2013. As lesões estão comprovadas e o que chama a atenção neste caso é a violência das agressões que, segundo se apurou até agora, não teriam nenhuma justificativa plausível.
    A Comissão fará denúncia formal junto aos órgãos de proteção de Direitos Humanos, caso o GAECO tente assumir as investigações. O objetivo é evitar a repetição do que ocorreu em Piraquara, quando agentes do GAECO foram acusados de tortura e o caso foi investigado pelo próprio GAECO.
    Sobre este caso, a Comissão recebeu ofício do Procurador Leonir Batisti, informando que os autos foram arquivados por “falta de justa causa para oferecimento da denúncia”, sendo que o pedido foi acolhido pelo Juizo, em 12 de novembro de 2012.
    Segundo informações, naquela ocasião, os Agentes do GAECO foram efetivamente reconhecidos e os laudos comprovaram a existência de lesões. A Comissão está colhendo novas informações e vai confrontar estas informações com o que consta nos autos e, se restar comprovado que “indícios” foram desprezados para proteger agentes do GAECO, vai entrar com pedido de desarquivamento, e exigir apuração rigorosa de responsabilidades.
    Ainda está sendo apurado pela Comissão, qual foi a Autoridade que determinou que um Policial Militar fosse conduzido algemado para ser ouvido no GAECO. O fato do Policial se encontrar preso, não justifica a utilização de algemas quando este não oferece nenhum risco. Há indicativos de que a utilização das algemas era apenas para efeitos “midiáticos”, e visava facilitar a “identificação” do Policial preso para ser filmado pela imprensa.
    È inadmissível que o próprio GAECO, alegando controle externo da atividade policial, passe a ter a primazia da “investigação” quando as denúncias são contra seus próprios agentes. Isto é uma fonte de impunidade, pois ninguém fiscaliza o “fiscal” quando este executa diretamente uma missão que não lhe compete.
    Claudio MARQUES Rolin e Silva
    Coordenador Geral de Ações da Comissão de Direitos Humanos “Irmãos Naves”.

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