17:02A explicação da Abrabar sobre a questão dos moradores de rua

Fabio Aguayo, presidente da Abrabar, enviou a seguinte mensagem, em forma de comentário, a respeito da nota “A Abrabar quer ‘limpar’ Curitiba dos moradores de rua e esquece que o “combustível” que lhes dá lucro mata muito” aqui publicada:

Levantamos o debate e felizmente muita gente compreendeu de fato nossa posição e não a que foi vendida da força a todo custo, mas sim nas medidas legais e amparadas pela CF e demais leis.
O objetivo foi alcançado que era chegar a situação atual do problema e que é responsabilidade de todos os cidadãos, já que pelo visto tende a piorar.
A lição que fica é que era sim importante tocar neste assunto sem paixões ou politização, seja pela ABRABAR ou qualquer instituição que tenha respaldo e responsabilidade de debater assuntos polêmicos mesmo em ano eleitoral, pois sabemos que incomoda o poder público e a sociedade, a ninguém quer ver o ser humano jogado as traças ou ao destino da sorte, óbvio que não queremos varrer o problema para debaixo do tapete, mas sim encontrar soluções e sugestões possiveis de serem realizadas em parceria com os órgãos governamentais, mais criação ou reativação de espaços de acolhimento e entre outras ações.
O bom que as ideias boas estão chegando são para resgatar quem está afim de ter uma vida digna e ser integrado socialmente na comunidade. Separando sempre o joio do trigo.
De todo este furacão e comoção em nenhum momento a nossa entidade atacou nenhuma instituição do poder executivo nas três esferas, principalmente a municipal e ou a sua gestão!

Uma ideia sobre “A explicação da Abrabar sobre a questão dos moradores de rua

  1. peterzero@ig.com.br

    Sou muita vez capaz de entender as idéias quando ditas ou grafadas na língua que compreendo e fui educado, sou incapaz de entender labirintos linguísticos. Senhores da ABRABAR, por favor, saiam do tempo das tabernas, os clientes cheios de álcool, ricos ou pobres, sempre serão chatos e incomodarão. O seu joio e o seu trigo se misturarão nas calçadas e fermentarão mais ainda quando não puderem pagar a conta etílica que lhe serviram. Pensem como humanos, muitos daqueles que ali estão podem ser desocupados, é verdade – nada os fará mudar – mas muitos estão à espera de alguém que os resgatem, podem ter sido clientes dos seus comércios. O que os senhores estão fazendo é dar mais subsídio à população para odiar as pessoas que estão na condição de miséria e vivendo nas ruas. Sinto muito pelas idéias de vocês, já fomos mais capazes de ajudar ao próximo, aliás, tenho todos as religiões em mim, mas não sirvo à nenhuma, sou apenas humano.

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