11:55O que dirão Richa e Mendonça de Barros?

Do analista dos Planaltos:

Na manhã desta sexta feira, no Expotrade Pinhais, perto de 5 mil produtores rurais, muitos políticos e dezenas de gravadores de repórteres poderão matar a curiosidade sobre o chamado estado de espírito do governador Beto Richa.  Seu discurso na premiação do Programa Empreendedor Rural, que anualmente a Federação da Agricultura do Paraná – FAEP promove,  será otimista ou pessimista depois do pacotão anti-crise ou tarifaço encaminhado à Assmbleia Legislativa? Como diria aquele narrador de futebol: “Reina grande expectativa no Maracanã, aliás, no Paraná?”

De quebra, o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro de FHC,  fará a palestra “Cenários e Perspectivas Econômicas”. Semanas atrás, na “Folha de São Paulo”,  Mendonça informou aos seus leitores que se Dilma não mudar a política econômica “não veremos o caos mais a frente, mas, sim, a mediocridade”.  Pelo panorama de Brasília nas últimas horas, ele vai confirmar a previsão?  Uma entrevista coletiva do homem será oferecida aos distintos jornalistas, portanto, basta perguntar.

6 ideias sobre “O que dirão Richa e Mendonça de Barros?

  1. Sergio Silvestre

    Seria ele o porta voz do caos paranaense,da mediocridade do governo Richa?Acho que o distinto empregado do FHC que ele e toda familia virou banqueiro ou no minimo agiota deveria saber que a economia do estado está um caos.
    Aqueles parcos km aqui da 445 parece que vai nascer mato de novo,está tudo parado.Ai meu Deus,toca ai SANTANA’WHILE MY GUITAR GENTLY WEEPS”Só assim para acalmar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. KHALIL ABI

    O Exmo Sr. Governador , acredito que não vai. Se… for, não vai abrir a boca.
    Vai ficar calado com aquele seu ” olhar de paisagem ” vendo as empreendedoras rurais do Sudoeste do Paraná.
    Bom… quanto ao MENDONÇÃO, ESSE SIM, VAI DAR UM BOM RECADO.
    Vou me informar depois do que disse.

  3. Pessoa simples

    DIÁRIO CATARINENSE
    MOACIR PEREIRA
    Paraná: impostos menores que SC

    Um estudo realizado por uma equipe técnica, integrada de várias instituições, revelou que o setor produtivo de Porto União, no Planalto Norte catarinense, está perdendo competividade para o Paraná. Os preços dos combustíveis e da energia elétrica e o ICMS são mais elevados do que os cobrados em União da Vitória, no lado paranaense da divisa.

    A disparidade das tarifas de energia foi denunciada na Assembleia Legislativa pelo deputado Mauricio Eskudlark (PSD), ao revelar que os preços cobrados em Santa Catarina seriam 41% mais elevados do que os fixados no Paraná. Na realidade, o estudo mostra que diferença é menor que a denunciada pelo deputado: 11,13%.

    O documento, assinado por prefeitura, Câmara de Vereadores e Associação Empresarial de Porto União, entre outras entidades, conclui:“as perdas tributárias levam os empresários a práticas de malabarismo administrativos para conseguirem ser competitivos em relação dos preços do mercado, pois os impostos cobrados por Santa Catarina são superiores aos do Paraná.”

    A análise feita apresenta um gráfico sobre as alíquotas do ICMS incidentes em produtos da cesta básica. Arroz, feijão, leite, massas, trigo, carne de frango, por exemplo, têm alíquota de 7% em Santa Catarina, e estão isentos no Paraná. No caso do café, açúcar, margarina, óleo, e sal o comparativo é muito pior. O ICMS catarinense é de 12%, enquanto no Paraná estes produtos têm isenção.

    A situação dos combustíveis é ainda mais dramática. Os consumidores pagam R$ 939,84 na compra de 5 mil litros de etanol em União da Vitória. Pelos mesmos 5 mil litros, recolhem R$ 1.855,40 em Porto União e no Planalto Norte.

    Completa o cenário a energia elétrica. Além do valor médio maior no lado catarinense, o mais grave: a área urbana de Porto União é abastecida pela Copel, estatal do Paraná, e o Parque Industrial, pela Celesc. Um município, duas tarifas.

    http://www.pmdb-sc.org.br/imprensa_internas.html?id=562

  4. leandro

    Não vejo nenhuma situação de perplexidade o fato do Governador estar presente no evento e muito menos como se sentira no local. Basta sabermos que não só o Paraná, mas todos os estados da federação tem graves problemas financeiros que todos juntamente com o governo federal estão atolados pela própria politica econômica do governo federal. Neste caso basta olharmos para a atuais medidas que a presidente Dilma está tomando com relação a economia, com reajuste de preços públicos, principalmente dos derivados do petróleo e também com a alta dos juros para frear a inflação que está num patamar perigoso. No caso da presidente Dilma, todos foram pegos de surpresa dois dias após a eleição, como que num passe de mágica da noite para o dia o Brasil que estava em franco desenvolvimento, que não tinha problema algum, que a economia estava junto com a inflação estabiliza, desmoronou e foram tomadas medidas amargas, mesmo que necessárias. O que chama atenção e choca é a mentira ou a omissão ao povo por parte da maior autoridade do país. Quanto o palestrante Luiz Carlos Mendonça de Barros, ele próprio já deu o tom do assunto, pois ao dizer a Folha ” … se a Dilma não mudar a a politica econômica, não veremos o caos, mas sim a mediocridade” reflete a situação em que nos encontramos. Se tudo estivesse bem não teríamos medidas a serem tomadas como foram e nem a necessidade de mudarmos a politica da nossa economia. Em suma da para constatar que nesse últimos anjos o Brasil se apegou a um Bloco, no caso Mercosul, quando a economia do mundo girou de forma diversa. Subestimou a recuperação dos Estados Unidos e de outros países e procurou os BRICS, quando cada qual desse bloco procura resolver seus problemas. Então com certeza nada de mais poderá ocorrer no encontro. É bom lembrar que se fala muito atualmente, principalmente por parte do PT, que muitos querem o 3º turno das eleições ou querem um “golpe”. Ledo engano e imbecilidade total. Primeiro o que se discute é a questão da mudança no apagar das luzes do ano fiscal da LDO para encobrir opu validar o não cumprimento das metas fiscais e assim infringir a LRF. Isso levaria a um crime de responsabilidade da presidente Dilma. Outro ponto e aí o bicho pega e acumula com tudo que estamos passando, são os atos das irregularidades na Petrobrás e aí vem os parlamentares do PT afirmando que o PT recebeu sim doações das empreiteiras como todos os demais partidos, porém todas foram legalmente incorporadas no caixa do partido. Pois bem, mesmo que tenham sido incorporadas legalmente perante a legislação eleitoral a origem é no mínimo obscura, conforme se noticia hoje em vários meios de comunicação. Não seria correto receber oficialmente tal recurso oriundo de superfaturamento justamente de uma entidade pública, Petrobrás. Então não se trata de golpe e sim de julgamento, se for efetivamente apurado tal fato. Também muitos tem se pronunciado, na linha do tal “golpe”, dizendo que a democracia tem como um de seus princípios a disputa e a vitória e derrota fazem parte do processo democrático. Afirmativa correta, todavia há que lembrarmos o episódio do presidente Collor, onde o PT teve participação fundamental no caso, culminou com a renuncia, pós um processo que fatalmente seria “derrubado” do cargo e utilizaram todos os princípios da democracia, pois o “Impeachement” também é parte da democracia. Considerando tudo isso não se pode atropelar qualquer julgamento, até porque o processo ainda esta no começo e não consta que a presidente esteja comprometida no caso até então.

  5. Sergio Silvestre

    Pronto,o Velho testamento está todo escrito e revisado por Moisés,agora escreva o novo testamento mas peça para Jesus dar uma luz na imaginação e que São Pedro não seja o corretor de texto de novo.

  6. Toledo

    Leandro, você esta bem folgado. Escreve verdadeiros tratados da direita ressentida. Continuam achando que NÃO VAI TER COPA e o Piá de Queijo vai ser eleito. Vou voltar para Cuba, aqui tá difícil, os narcisos estão a solta. Dá-lhe Lobão !!!

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