15:23Traumann na Comunicação Social

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Thomas Traumann (ao centro, de óculos)  em Curitiba – Foto de Jader da Rocha

 

 

O jornalista Thomas Traumann, que no passado distante atuou em Curitiba no Jornal do Estado e depois como correspondente da Folha de São Paulo, será o novo chefe da Secretaria de Comunicação Social. Vai substituir Helena Chagas, que ganhou destaque na viagem à Suiça e Cuba ao aparecer nas entrevistas coletivas de Dilma Rousseff balançando a cabeça positivamente para tudo o que a presidente falava. Traumann atualmente é o porta-voz do governo. Segundo a coluna Painel, da Folha de São Paulo, a “Secom terá interlocução direta com o ex-ministro Franklin Martins e com o marqueteiro João Santana, que coordenarão a comunicação da campanha à reeleição”.

Uma ideia sobre “Traumann na Comunicação Social

  1. Mas que coisa feia

    http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/

    A denúncia publicada na IstoÉ no último sábado, de que uma empresária pagou R$ 200 mil de propina ao então ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e na qual cita que Manoel Dias ‘é nosso’, envolve muito mais que a acusação sobre um suposto esquema milionário de venda de registro sindical. Nos bastidores, descerram-se as cortinas de algo maior dentro do ministério: a disputa pelo poder no Comitê de Investimento do FGTS, com saldo de bilhões para investimentos.

    Em entrevista, a empresária Ana Cristina Aquino disse que entregou dentro de uma bolsa Louis Vuitton a quantia ao próprio ministro. Ele nega e rebate que não há provas. Mas numa outra frente, Ana Aquino envolve o advogado do PDT no Paraná, João Alberto Graça. Segundo Ana, ele se tornou sócio de sua empresa no Estado, de carretas ‘cegonha’ para transporte de carros, a fim de abocanhar contrato com a Renault, recém-instalada na região; mas nada andou, e a empresa não saiu do papel.

    É neste ponto que começa a encrenca, e aparece outra encrenca na esteira da denúncia. Não é apenas a acusação política. Há um jogo de interesses dentro do Comitê do Fundo de Investimento do FGTS. João Graça será (ou seria) o próximo presidente do comitê, com poder de caneta para direcionar investimentos do fundo. Mas agora é detonado por parte do conselho. Abriu-se, então, uma guerra entre dois grupos.

    Um defende a posse de Graça na presidência, por direito de rodízio, como representante do governo. Outro o quer fora dali, e usa a denúncia da revista para extirpar do ministério a turma de Graça. Este grupo quer indicar para o cargo o representante da Caixa, Fábio Cleto.

    E por trás dessa disputa de indicações, os objetivos de cada grupo: João Graça é contra a aplicação de R$ 9 bilhões do FGTS para a Petrobras no projeto do complexo petroquímico de Itaboraí (RJ), o Comperj. Os adversários internos de Graça trabalham pelo aporte para ajudar a petroleira no projeto. (Aqui, um parêntese: a destinação dessa vultosa quantia para a Petrobras é surpresa para muita gente graúda do governo. É outro mistério, já que a estatal informa estar bem das contas..)

    Houve na Quarta à tarde uma tentativa de torpedear Graça numa eleição virtual. Não conseguiram por falta de quorum. O homem ganhou fôlego. A nova reunião será dia 26 de Fevereiro e muita coisa pode sair dos corredores até lá, contra os dois lados. A despeito de tudo, cabe ao MP denunciar o esquema do registro sindical, se houver provas, e à polícia fechar o cerco ao ministério.

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