17:10A chapa esquentou? Marque uma coletiva

Quando a chapa esquenta, convoca-se uma entrevista coletiva. Hoje já teve uma do Gaeco e amanhã cedo uma do Sidipol (Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná) cujo assunto é a prisão do ex-delegado geral da Polícia Civil, acusado de estar envolvido no esquema de jogo ilegal. Para fechar, o conselheiro afastado Fabio Camargo também resolveu falar sobre o caso em que é protagonista. A conferir.

4 ideias sobre “A chapa esquentou? Marque uma coletiva

  1. leandro

    Olhando de fora, somente como um morador da cidade e do estado somente lamento toda essa confusão entre o MP e a PC e ou Governo do Estado, o que a gente ouve nos deixa preocupados, pois dá no mínimo a idéia de que cada vez mais nós seres humanos ficamos com mede das pessoas que transitoriamente estão nos cargos de repressão. como policia e Ministério Público nesses casos representado peol Gaeco, quando deveríamos ter medo da Lei ou de infringir as leis e não medo dos agentes públicos que ora são uns ora são outros.

  2. Mistério Público

    Nota à Imprensa

    Diante de inúmeras informações conflitantes acerca dos motivos da prisão dos Delegados de Polícia Marcus Vinicius da Costa Michelotto e Geraldo Celezinski, o Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná, presta os seguintes esclarecimentos:

    Primeiramente convém esclarecer que o SIDEPOL não está fazendo a defesa destes Delegados de Polícia. Eles não necessitam de defesa alguma, dada a irresponsabilidade dos que comandam as investigações.

    O GAECO está fazendo do Paraná, o berço das “inovações” jurídicas com o lançamento de um novo modelo de prisão. Já tínhamos a prisão em flagrante, prisão preventiva, prisão temporária, e agora, surge a nova modalidade: A prisão por “vingança”.

    O GAECO monitorou o então Delegado Geral Marcus Michelotto durante vários meses e nada foi constatado. Mesmo assim, solicitaram mandado de busca em sua residência e local de trabalho. A justiça não concedeu. Como não havia nada de novo, só restava o caminho de utilizar-se de investigações passadas.

    A mansão do Parolin, citada como se fosse um “alvo secreto”, já tinha sido invadida diversas vezes pela Polícia. Mais um motivo relevante e que foi “esquecido” pelos Promotores de “Justiça”.

    Enfim, o GAECO consegue o que parecia um sonho. A prisão temporária de dois Delegados, dentre eles do Ex- Delegado Geral da Polícia, e ainda conta com um reforço fantástico; possuem em mãos um mandado de busca e apreensão.

    Estavam confiantes de que nas casas destes Delegados e dos Investigadores seriam encontrados objetos que justificariam a prisão em flagrante. Erraram. Partiram para o plano B, que seria tentar minar o equilíbrio psicológico dos Policiais, através do abalo emocional da prisão, que acarreta a desestruturação familiar, destruição da carreira e o linchamento moral. Se isto é uma forma de conduzir uma investigação, não sei mais o que é praticar um crime.

    Não queremos tratamentos diferenciados, queremos ter os mesmos direitos e garantias de qualquer cidadão comum quando está sendo investigado.

    Convém esclarecer que na conclusão das investigações sobre a mansão do Parolin, o Delegado Corregedor concluiu que “durante as investigações não surgiu qualquer afirmação de que a casa de jogatina teria envolvimento de Policial Civil”.

    Portanto, considerando o rigor, a ética e o profissionalismo do Delegado de Polícia responsável pelas investigações na época dos fatos e, que hoje se encontra lotado no GAECO, podemos concluir com absoluta convicção que: SÃO INVERÍDICAS as informações de que os supostos ilícitos praticados na citada mansão, contassem com a participação ou conluio dos profissionais já citados.

    Qualquer afirmação em sentido contrário é fruto da falta de conhecimento, leviandade e irresponsabilidade.

    Por uma questão de transparência e correção de injustiças, o próprio Delegado de Polícia, lotado no GAECO, poderia prestar maiores esclarecimentos para corrigir mais esta insanidade praticada contra os integrantes da Polícia Judiciária.

    Tudo isto nos remete a interpretação de que a prisão do ex-Delegado Geral, Dr. Marcus Vinicius da Costa Michelotto, no mesmo dia da decisão sobre a permanência do Secretário Cid Vasques, além do objetivo pessoal escuso, teve outro objetivo ainda mais reprovável: vingança pessoal.

    Diante do injustificável desrespeito com a Polícia Judiciária e seus integrantes, posso afirmar que a resposta será ética e responsável, porém será dada de forma dura e contundente.

    Para passar a ter o meu respeito, os Promotores do GAECO deveriam vir à público discutir os indícios que constam nos autos e, esclarecer de uma vez por todas, uma pergunta que a sociedade londrinense faz há dez anos: Quem foi o causador da morte de João Marcos?

    Para que o Ministério Público volte a ter o meu respeito, devem efetuar a devolução imediata dos valores recebidos à título de “auxílio alimentação”, retroativos a maio de 2004, que no ano de 2012 consumiu cerca de R$37.000.000,00 (trinta e sete milhões de reais) dos cofres públicos.

    Promotores e Procuradores de Justiça, auxílio alimentação é para trabalhadores pobres e assalariados, não para quem recebe salários de R$25.000,00 (vinte e cinco mil reais).

    Podem prender quantos Delegados de Polícia quiserem, mas a prisão de nenhum deles será em vão, pois vamos aos poucos mostrar a verdadeira face destes “fiscais da lei” que só conseguem enxergar crimes nas condutas alheias.

    Claudio Marques Rolin e Silva

    Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná

  3. Curitibana

    Concordo c Cidadão!
    Fábio, nem TCE nem nada…Papi ñ está mais no comando…sossega!
    Quanto a Michelotto? Merece ser ouvido…

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