9:59JORNAL DO CÍNICO

Do Filósofo do Centro Cínico

Gleisi Hoffmann torce para que Beto Richa acredite nos números exuberantes da pesquisa Ibope – e continue no mesmo ritmo.

11 ideias sobre “JORNAL DO CÍNICO

  1. Parreiras Rodrigues

    Lauro tem razão.

    Dela, Lula já disse tudo.

    Se macha fosse, Dilma reagiria: Cuide lá da suas negas, que das minhas incompetentes cuido eu!

  2. hercules

    LULA VEM PRA GARANTIR A ELEIÇÃO DA GLEISI, PQ O BETO TA AINDA TA PERDIDO NO GOVERNO, NÃO GANHA NEM UMA ELEÇÃO NA ASSOMEC ISSO MOSTRA A DESARTICULAÇÃO DO PSDB…..

  3. Edson

    “A confusão do governo Beto Richa é cada vez maior. Em dois dias, desde segunda-feira, o governo voltou atrás em 4 projetos que foram enviados à Assembleia! Estamos diante da possibilidade real de uma crise política no Paraná.

    Do deputado Enio Verri, presidente do PT paranaense, no Facebook.

  4. Parreiras Rodrigues

    O ex-presidente chama a candidata ao governo ao governo de incompetente e a crise é aqui no Paraná? A presidentE (só escrevo errado quando erro) prá assinar a compra do mês prá cozinha do Palácio precisa viajar prá São Paulo prá pegar o pode do ex e cada vez que vê o Temmer corre se esconder: Lá vem aquele bóriskarlofi pedir mais ministério…Onde a crise?

  5. JAR

    Se a pesquisa é verdadeira, não sei! Se a Gleise afirmou o que está posto aí, é sinal que ele sae preocupa e é obvio que quer detonar o Beto. Mas pelo amora de Deus, povo hoje tem uma matéria na Gazetona, onde o Lula na r3eunião sindical se compara co LINCONL, aí é de doer. Êle já se comparou a tantos e agora mais essa. Fal ta a comparação com Deus, e este que nos perdoe, pois o Lula é um daqueles que “não sabem o que fazem”. Se o ritmo desssas comparções continuarem assim, quanto o Lula for para o além como todos nós, podedrá ressucitar e ainda ser ungigo de beatificação e ser santificado .

  6. Elton

    Rossoni quer presidir o PSDB, Traiano também quer… ALEP devolve 4 projetos enviados pelo governador (um deles é a criação de escritórios de representação regional) até o PSDB e os deputados do PMDB que votam com o governo dizem que vão votar contra… Governador demora dois meses para tentar nomear um secretário e um presidente de empresa de economia mista. E tem gente que ainda pergunta onde é a crise? Quer que desenhe? O pior cego é o que não quer ver…

  7. Palhares

    A velha democracia burguesa tem a seu serviço várias instituições, todas elas criadas e mantidas para dar sustentação à velha ordem.

    Sendo a farsa eleitoral o seu principal suporte, tudo que a ela estiver relacionado trará, inexoravelmente, a marca do velho, ou seja, a fraude e a enganação. Em seu contexto as pesquisas de opinião e as pesquisas de intenção de voto, portanto, trazem esta mesma marca.

    Nunca é demais lembrar que numa sociedade de classes, regra geral, os modos de pensar e agir dominantes são ditados pelas classes dominantes que, para tanto, lançam mão de seus aparelhos ideológicos, entre os quais a imprensa, mantida sob regime de monopólio, cumpre papel decisivo para a formação daquilo a que se denomina por opinião pública.

    Somente em momentos de crise aguda na luta de classes, em que as forcas das classes dominadas se unificam em torno de determinadas ideias, divulgadas através de vigorosas campanhas de agitação e propaganda, a opinião pública se divide e, em alguns casos, escapa aos ditames dos monopólios.

    Porém, se prestarmos bem atenção aos noticiários da imprensa dos monopólios, veremos que o mundo “midiático” não passa de duas centenas de “personalidades” e “celebridades” políticas, artísticas, esportivas, religiosas, intelectuais, militares e empresariais.

    São, praticamente, as mesmas figuras que se revezam nas paginas dos jornais, nas rádios e telas de TV. Dificilmente você assistirá a um noticioso que, afora o escândalo do dia, não traga alguma informação sobre Dilma, Obama e a Rainha da Inglaterra, só para ficar num pequeno exemplo.

    No período eleitoral o público é bombardeado diariamente com informações sobre as mesmas pessoas, de acordo com o interesse dos proprietários do veículo de comunicação. E isso tem um efeito subliminar quando, por exemplo, o eleitor é abordado na rua e diante de uma lista é solicitado a responder a indagação de que se a eleição fosse hoje em quem ele votaria.

    As pesquisas de intenção de voto estão definitivamente incorporadas ao processo eleitoral. Mal acaba uma eleição e já começam as especulações em torno de prováveis vencedores do próximo pleito, insufladas por pesquisas que antecipam o “resultado” das urnas. Assim, o eleitor vai sendo encurralado e aí já não vê e nem busca outras vias por onde atuar politicamente com receio de “desperdiçar” o voto. As pessoas são desestimuladas a debaterem um programa e participarem de um novo projeto, pois as pesquisas de intenção de voto limitam a escolha do eleitor e as possibilidades de campanha dos demais partidos – porque sequer são convidados para os debates nas escolas, nas associações de moradores, nos centros culturais e, muito menos, na televisão.

    Como vemos, não se trata de fiscalizar, regulamentar ou aprimorar as pesquisas de opinião e de intenção de votos. Se tudo isso fosse feito, mesmo assim, elas continuariam a ser um instrumento de manipulação a serviço da manutenção da velha ordem. Somente, portanto, uma nova democracia surgida da transformação revolucionária desta velha ordem poderá dar origem a uma nova política, na qual o resultado de uma eleição corresponda aos anseios e à vontade da maioria do povo.

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