10:56A Polícia Civil e a confusão sobre a prisão do delegado aposentado

A Polícia Civil do Paraná enviou a seguinte Nota de Esclarecimento:

O Departamento da Polícia Civil vem por meio desta informar que o senhor Paulo Roberto Padilha, preso pelo crime de extorsão, na noite da última quinta-feira (14), pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná não tem qualquer vínculo com a instituição. Padilha deve ser tratado em matérias jornalísticas como delegado aposentado, ex-delegado ou simplesmente advogado, ou seja, sem vínculo algum com a Polícia Civil.

Ressalta-se ainda que como o referido senhor não possui nenhum vínculo com a instituição, não passará por julgamento por qualquer órgão interno da Polícia Civil, sendo tratado e julgado como cidadão comum. Inclusive, quando preso, Padilha estava atuando como advogado, função que ocupava há quatro anos, desde que se desligou da Polícia Civil.

Causa espécie ao Departamento da Polícia Civil saber que ao anunciar as prisões, o Gaeco referiu-se ao suspeito como delegado e não como advogado, fato que, acredita o Departamento da Polícia Civil, tentou vincular a instituição com alguém que responde por delito criminal.

7 ideias sobre “A Polícia Civil e a confusão sobre a prisão do delegado aposentado

  1. Cristiano Quintas

    Importante o esclarecimento feito pelo Departamento da Polícia Civil, em demonstrar que não tolera a vinculação de seu nome a atuais bandidos, ainda que já tenham integrado os seus quadros. Ao contrário do Ministério Público, que protegeu o Senador Bandido Demóstenes (que é promotor), faz questão a Polícia Civil em deixar bem claro que pune impiedosamente eventuais bandidos disfarçados de policiais e não aceita vincular o nome da instituição a pessoas que sequer fazem parte dela. Mas existe uma justificativa para que o GAECO aja desta forma: o Ministério Público quer crescer em cima da Polícia, apresentando-se como solução de todas as mazelas da Polícia (vide a “PEC da Impunidade”). Propaganda enganosa ou falsa ilusão? Como diz minha mãe: “quem não te conhece que te compre”…

  2. Peter Zero

    O tratamento não é o mesmo daquela denúncia feita por um jornal da capital. E os flagrados faziam parte da instituição.

  3. Rodolpho

    Delegado aposentado e advogado , esse é o tratamento correto para a informação jornalística , o resto é bobagem como dizer que não tem vìnculo com a instituição, ora como não se è remunerado como inativo pelos cofres pùblicos .

  4. Carlos

    Pra quem não sabe, o adovgado preso q foi delegado, foi reprovado no quesito investigacao de conduta no concurso da PC. Foi integrado via Mandado de Segurança do Poder Judiciário. E após uma careira rápida e conturbada, se aposentou. E hj é advogado e não delegado. A PC nunca o aprovou

  5. carlosrochapedra

    Olha para a população o interessa é eficiência da polícia e o resultado da ação é que prenderão os malandros portanto parem com essas briguinha internas e mostrem resultado é o nos que pagamos os senhores queremos. Se é assim prá mostra serviço esclareçam aquela confução do bingo do parolim que todos os senhores estão no bolo.

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