16:43O FLAGRA

Fernanda Richa – Foto Rogério Machado

Fernanda Richa, aqui flagrada na janela da sala da Secretaria da Família e Desenvolvimento Social, no Palácio das Araucárias, comemora hoje aniversário de nascimento. Mulher do governador Beto Richa, mãe de Marcello, Rodrigo e André, flutua sobre os espinhos e escaramuças da política e do fofoquê normal na província porque convicta do que acha correto e sempre sincera em expressar isso. Filha de banqueiro, criada em colégio suiço, aprendeu que a maior riqueza que se tem na vida é não ter vergonha do que se é, mesmo porque Fernanda joga no time do bem. E não é porque é vista com frequência na novena da Igreja do Guadalupe, ali ao lado da Rodoviária Velha. Quando ela se convence que a causa é justa, vai fundo. Não tem vergonha de dizer que é rica – porque é mesmo, apesar de a família ter perdido o Bamerindus e ela, por isso, não ter perdoado seu tio José Eduardo de Andrade Vieira. É que carrega o DNA do avô, Avelino, e do pai, Tomás Edison, que morreu em acidente aéreo e cuja lembrança sempre a faz chorar. Os dois eram simples, muito atuantes e por isso construíram um império que chegou a ser o terceiro maior banco privado do país. Fernanda, como na foto acima, olha sempre o horizonte e o enxerga com a luz da realidade, ou seja, iluminado para quem segue o caminho. Nas campanhas amassou barro na periferia de Curitiba ou nos grotões do Paraná em tempo integral. A ninguenzada abre a porta da cozinha para ela porque sabe que está lidando com alguém cujo queixo não tem o costume de apontar para céu. Ao mesmo tempo, aparece em fotos de revistas da turma do andar de cima de Curitiba brilhando com suas jóias e roupas de grife. Não há paradoxo. A palavra justa é autenticidade. Talvez daí surja sempre a especulação de uma carreira política, que ela se recusa a comentar, mesmo porque na sua casa o marido tomou conta deste espaço. Ela se encarrega de olhar e zelar por todos. E como faz sempre ao se despedir dos interlocutores, pede a Deus proteção para isso.

22 ideias sobre “O FLAGRA

  1. Lucas

    Gosto da autenticidade, e acho que essa seja realmente a melhor difinição pra ela. Seu texto, sem comentários, lindo, lindo.

  2. Rogério Machado

    Grande Zé!!!!Quem sabe, sabe…. o texto está lindo e digno do grande jornalista que é!!!!!E para grande mulher que homenageia!!!Parabéns

  3. Maria Vitoria

    Um texto simples, singelo até, honesto e justo. Fernanda está acima das fofocas; não precisa apelar para ser homenageada, fotografada ou cumprimentada. É simples e autentica, ja deixou sua marca em Curitiba qdo o Beto foi prefeito e nesses 2 anos de gov estadual tem deixado essa mesma marca no estado. Uma marca que marca! Parabéns Zé Beto pelo texto. Parabéns Fernanda?

  4. Parreiras Rodrigues

    Desculpe, governador, mas eu amo a sua mulher!
    E você sabe disso.
    Aliás, aqui em casa, todos a amamos!

    Lembra-se do bilhete que lhe passei, na campanha, lá em Atalaia?
    FALE DA FERNANDA!
    O ZéBéTo falou tudo ai em riba.

    Tim…Tim…Dona Fernanda! Com votos de saúde e paz!

  5. JohnyBeGood

    Parabéns pelo texto! Muita verdade em suas palavras ZB! O que eu gostaria de ver em 2014, Dna. Fernanda Richa contra a Barbie das araucarias alimentus hipopotamus! hahahaha. Fernanda Richa GOVERNADORA.

  6. Observador

    Ela é irmã do Avelino e do Kiko Vieira? Espero que tenha saído um pouco melhor que os irmãos então….dois playboyzinhos que nunca fizeram nada.

  7. Avelino Vieira Nt

    Caro Observador,
    Lamento muito a sua covardia de primeiro esconder-se atras de um pseudônimo para tecer comentários sobre pessoas que absolutamente são distante de você.
    Minha família faz parte do desenvolvimento deste Estado e de nosso país e minha vida bem como de meu irmão sempre foi de trabalho em varias empresas das quais já fizemos parte gerando resultados, criando empregos e certamente contribuindo para uma sociedade mais justa.
    Se for do seu interesse, estou aberto pra te responder da forma, correta e transparente, desde que você tenha coragem de mostrar a sua cara.
    Lamento teus comentarios, mal intencionados e tua covardia.

    Avelino.

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