10:56Nem íntimo, nem pessoal

Da analista dos Planaltos:

O órgão especial do Tribunal de Justiça do Paraná, composto por desembargadores, decidiu pelo sigilo dos salários dos servidores públicos. Mas não é o que pensa o atual presidente do TJ, Miguel Kfouri Neto. Recentemente ele sacou da carteira o próprio holerite e mostrou para as câmeras de TV. Ao vivo e a cores.

2 ideias sobre “Nem íntimo, nem pessoal

  1. Zangado

    Interessante.
    Ano passado logo publicaram todas as tabelas de servidores públicos, nome por nome, salário por salário.
    Todo o contingente dos servidores publicos – a grande massa que vai na frente quando se trata de “cumprir a transparência” – caiu na NET, como se diz, teve seus salários revelados aos quatro cantos e quatro ventos.
    Não o Ministério Público, não o Judiciário – mas isso era só um detalhe, lógico.
    Agora se “descobre” no Órgão Especial que tudo é ilegal !!!!
    Só que os servidores públicos puderam ter seus vencimentos integralmente copiados da Net – quem repara esse “engano” ?
    Ações de danos morais já pintaram no Judiciário (parece que foram então indeferidas) e voltarão a pintar …
    Isso é segurança jurídica no Executivo, no Legislativo e no Judiciário … justamente aqueles que recebem os mais régios salários pagos pelo povo …
    Estamos mal ou quer pior ?

  2. Parreiras Rodrigues

    De uma coisa, a grande maioria dos funcionários públicos, não precisa ter medo. De serem assaltados.

    A bandidagem, primeiro vai fazer uma “pesquisa” e selecionar os seus fregueses.

    Da grande maioria, o sentimento dos “miaus” – eles também tem sentimentos – será o de dó.

    Eu autorizo a divulgação do meu olerite e inclusive do no. da minha c/c. Vai que algum dêles fique com dó…

    Mas agora é sério, minha gente: Essa onda moralizadora, proveniente da indignação de certos absurdos, não deve desaguar em outras bobageiras.
    Na área da segurança, é sabido que a mostra, a ostentação dos bens é atrativo pros malfeitores.

    Melhor seria criar um mecanismo, uma comissão não pelamordedeus, para detectar salários estúpidos, os engordados por artíficios mil, como os dos conselheiros das estatais, por exemplo.

    Num país sério, decente, não precisa ser o utópico do Mann, jamais um ex-ministro de Justiça poderia atuar como advogado dum cidadão (?) que transita nos corredores e gabinetes palacianos, nos escritórios de empreiteiras.

    “Os jjuízes são incorruptíveis. Eles nunca fazem Justiça” – Berthold Brecht.

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