11:41Concentração sim, terrorismo é outra história

Do correspondente da Tríplice Fronteira:

Se um agente da CIA ou do FBI circular pela Avenida Brasil, em Foz do Iguaçu, ou atravessar a Ponte da Amizade,  e entrar na barafunda de Cidade do Leste, constatará a maior concentração de beduínos por metro quadro, à exceção de Meca. No calor infernal do verão de Foz (uma panela cercada por dois grandes rios), as mulheres árabes ou descendentes vestem seu longos vestidos e usam turbantes que pesam três quilos. Elas, na média, são lindas, o que não se pode dizer dos homens de barba cerrada e aqueles narizes gigantes de “turco” As histórias de terroristas na fronteira são tão antigas quanto a muamba paraguaia atravessando a ponte. Volta e meia os gringos plantam na imprensa ou como agora vêem vazar informações através do já famoso site wikileaks. Já disseram que os terroristas árabes descansavam na fronteira tríplice, numa espécie de “férias” dos tiroteios no Oriente Médio. Os beduínos bem informados da fronteira não escondem que muitos comerciantes enviam grana para o Líbano e vizinhança, “para ajudar os parentes”. Se os “parentes” são do Hamas ou do Hezbolah, é outra hsitória. Mas.. os americanos também não entrocham milhões dólares em Israel?

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