8:31E depois da guerra?

Se os traficantes do Rio de Janeiro não se metessem a imitar os do Primeiro Comando da Capital (PCC), organização criminosa de São Paulo que em 2006 aterrorizou a capital paulista atacando delegacias, postos policiais e até assassinando um policial bombeiro (a paz só voltou a reinar depois de um acordo feito dentro do presídio com o líder Marcola), tudo ficaria “sob controle”, ou seja, os bandidos dominando seus territórios, de vez em quando guerrenado entre eles mesmos, com balas perdidas sobrando para a população, e a polícia do Rio de Janeiro olhando e atuando só em casos extremos. O que está acontecendo agora, com o espalhafato natural da imprensa, é uma ação forte para demonstrar que as realizações da Copa do Mundo e das Olimpíadas não correm risco. A grande pergunta é se a reação será duradoura e se a teia gigantesca do crime, alimentada pelo consumo de drogas da população da cidade, foi mesmo afetada. Como se sabe, para cada traficante morto ou preso há uma quantidade enorme de “sucessores”.

2 ideias sobre “E depois da guerra?

  1. Parreiras Rodrigues

    Traficante de drogas e armas, apenas mudam de endereço. Enquanto existir “mercadoria”, isto é, enquanto as nossas fronteiras com os países exportadores se comportarem como hímen complascente, passa um boi, passa uma boiada…

  2. Da Poltrona

    Curitiba e o Paraná – nossa já prenunciada “baixada fluminense” no litoral – será o destino dos criminais depois que mexeram no formigueiro carioca.

    Cadê a polícia na rua ? Anda-se pela cidade e encontra-se um bando de desocupados nas esquinas, nas ruas e em alguns pontos quentes da cidade.

    Polícia ? Estão nos seus “postos”ou fazendo estatísticas. O policiamento ostensivo deveria estar patente na cidade e nos bairros, inclusive para tirar de circulação essa vadiagem nas ruas e praças da cidade.

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