7:39Duas notas e um alerta

Duas notas publicadas na sexta-feira na coluna “Painel”, da Folha de São Paulo, colocaram os integrantes da “tropa da patrola” do prefeito Beto Richa com as antenas mais alertas do que o normal. A primeira, “Tabuleiro”, informava da existência de um “acordo branco” entre os PSDB e o PMDB do Paraná para que os tucanos não lancem candidato ao Senado e facilitem a eleição de Roberto Requião, que, segundo a nota, “promete manter distância de Dilma Rousseff e centrar fogo no PT local”. A segunda, “Palanque”, informava sobre o anúncio, nesta semana, da candidatura do prefeito de Curitiba ao governo, “à revelia de Alvaro Dias”. O senador tascou ali mesmo. “É um encontro de amigos que não tem valor legal nenhum”. Na tarde daquele dia Alvaro se reuniu com Richa e Sergio Guerra, presidente nacional do partido, e, com a promessa de que a reunião do Diretório Estadual do PSDB, marcada para hoje, fosse cancelada, aceitou uma segunda conversa, que acontece em Brasília nesta semana, para que a questão seja definida – e não a seu favor, segundo foi muito claro um dos participantes do encontro. Sobre o “acordo branco”, que vem sendo falado há muito tempo nos bastidores do Centro Cívico, onde a “moeda de troca” seria a candidatura ao Senado do deputado federal Gustavo Fruet, os tucanos identificaram nas entrelinhas as digitais de um poderoso de Brasília que, de uma hora para outra, começou a ser atacado pelo governador Roberto Requião com uma virulência fora do comum. As iniciais do nome: Paulo Bernardo. Isso é política!

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