8:41O que ficou no ar

A Fundação de Ação Social (FAS) cometeu a segunda barbaridade da semana a julgar a notícia abaixo, repercutida na televisão pela jornalista Ruth Bolognese no Jornal da Massa, no SBT . A primeira foi a explicação alucinada e estrambótica  sobre a a desativação da Fazenda Solidariedade. Agora, conforme explica o colunista da Gazeta do Povo que revelou a aquisição dos 20 mil cigarros, cancelou a licitação e, pior, vai rever a prática de fornecê-los para quem está internado em tratamento de dependência de drogas. A alegação sem pé nem cabeça é a nova Lei do Fumo, assinada recentemente pelo prefeito Beto Richa. Qualquer pessoa que conheça um pouco sobre tratamento de dependentes sabe que os terapeutas não cortam o vício do cigarro dos pacientes sob risco de verem todos alucinados pela fissura de fumar. As clínicas têm fumódromos ao livre e, na maioria delas, há todo um trabalho para se aproveitar o internamento e, se o paciente quiser, iniciar o tratamento para que ele pare de fumar. Portanto, diante de tudo isso, o que ficou mesmo no ar a fumaça foi o preço dos cigarros que seriam comprados.

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