7:58UFPR abre inscrições para as oficinas do Festival de Inverno

A Universidade Federal do Paraná informa:

19º Festival de Inverno da UFPR abre 860 vagas para participação em oficinas
Grande evento cultural paranaense divulga programação completa de cursos e espetáculos gratuitos que esquentam Antonina em julho.
 
 
Considerado o maior evento de extensão da Universidade Federal do Paraná, e um dos grandes eventos  culturais do Estado, o Festival de Inverno da UFPR terá sua 19.ª edição realizada entre os dias 12 e 18 de julho deste ano em Antonina — uma semana em que a cidade histórica do litoral paranaense se enche de cor, movimento e música, respirando cultura e recebendo arte em suas mais variadas formas.
 
Para quem não conhece o tradicional festival, este é um grande evento constituído de vários espetáculos diários e oficinas que envolvem arte em uma cidade de grande importância para a cultura paranaense.
 
O festival, que já acontece há quase duas décadas é uma chance para se ter uma experiência realmente intensa com a arte. O professor Guilherme Romanelli, coordenador geral desta edição do festival, explica: “por meio da imersão, a pessoa tem a oportunidade de se deslocar para uma cidade, na qual ela vai permanecer durante todo o festival e terá praticamente 24 horas por dia de contato com a cultura”.
 
Oficinas
 
As inscrições para as oficinas do 19º Festival de Inverno em Antonina podem ser feitas a partir desta segunda-feira, dia 29 de junho até 7 de julho. Neste ano, são 860 vagas para as 35 oficinas, que atenderão pessoas de todas as idades em públicos diversos.
 
Para as crianças, as oficinas são totalmente gratuitas e a programação inclui aulas de desenho, origami, ilustração e quadrinhos, coral, street dance e até mesmo robótica.
 
Já para o público da melhor idade, a oficina “É Tempo de Ser Feliz” visa estimular a criatividade e contará com atividades de alongamento, ginástica, dança de salão, relaxamento e recreação.
 
Jovens e adultos podem se inscrever em oficinas que lecionam cerâmica regional tradicional, discotecagem de hip hop, produção de curta em vídeo, trabalhos de papel machê (um trabalho de resgate da identidade cultural de Antonina), prática de comédia Dell’arte italiana, gravura japonesa, percussão brasileira e mais. Seguindo a moda do momento, haverá até mesmo aulas de dança indiana, considerado “meio de comunicação entre os humanos e os deuses”, que além de ensinar a prática, oferece também um histórico da dança, seja na modalidade clássica ou moderna.
 
Neste ano, no campo da Educação Especial, será ministrada uma oficina voltada para professores, terapeutas, atendentes e alunos da Apae de Antonina.
 
As inscrições podem ser feitas na Coordenadoria de Cultura da UFPR (Prédio Histórico na Praça Santos Andrade, 3º andar), no Theatro Municipal de Antonina, ou pela internet. As oficinas custam R$ 40,00.
 
Os participantes das oficinas podem se hospedar nos alojamentos do festival. A taxa de hospedagem para os sete dias de evento é de R$ 30,00. As vagas são limitadas.
 

Espetáculos
 
Durante toda a semana, qualquer canto da cidade pode se tornar palco para espetáculos teatrais, musicais, exposições, danças e atividades recreativas. Serão mais de 30 espetáculos, em uma programação variada que pretende agradar públicos de todos os gostos.  A expectativa é de que cerca de 40 mil pessoas passem por Antonina durante o festival.
 
Na abertura do evento, no domingo, dia 12 de julho, a atração é do grupo Viola Quebrada, que tocará modas de viola no palco principal. A festa de encerramento, no dia 18 de julho, fica por conta da Soulution Orchestra, com um repertório de canções de artistas como Ray Charles, Elvis Presley, Frank Sinatra, James Brown, entre outros.
 
Todas as atrações do festival são gratuitas.
 
Impacto
 
O Festival de Inverno da Universidade Federal do Paraná vem desde 1991 trazendo arte e cultura para a histórica cidade. Nascido como um projeto de extensão, o evento é promovido em convênio com a prefeitura de Antonina.
 
Nesses 19 anos, o festival tem colaborado para o crescimento da cidade, não só economicamente, mas também culturalmente — “um trabalho de arte e cultura em longo prazo com a comunidade”, afirma Romanelli.

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