5:37Fiep entra na briga da madeira

A Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) entrou na briga deflagrada pela Operação Angustifólia, que prendeu políticos e empresários do setor madeireiro da região Centro-Sul do Paraná. O presidente da entidade, Rodrigo da Rocha Loures, enviou ontem carta aosencaminhou nesta terça-feira (02) uma carta aos ministros da Justiça, Tarso Genro, e do Meio Ambiente, Carlos Minc, ao governador do Paraná, Roberto Requião, e aos órgãos ambientais federais e estaduais envolvidos na operação, alertando que a ação “está provocando constrangimentos desnecessários a empresários e sérios prejuízos ao setor da madeira do Sul do Paraná, cuja economia é bastante dependente do processamento de produtos de base florestal”.  “Somos absolutamente favoráveis a qualquer ação que ajude a coibir possíveis distorções na exploração da floresta paranaense, desde que sempre seja garantido o direito à propriedade, à ampla defesa, bem como o respeito ao direito à produção de bens e riquezas”, afirmou Loures.

5 ideias sobre “Fiep entra na briga da madeira

  1. Olhador

    Mas é claro que estão incomodando. Esse “empresários” são delinquentes ambientais, até hoje nunca levaram um laço, é exatamente por isso que o nome da operação é angusti FOLIA, essa FOLIA tinha que acabar. Esses delinquentes tem até uma fabriqueta de notas fiscais falsas, passam com um caminhão carregado com toras de araucária e portam notas de pinus.
    E VAI CAIR mais gente graúda , cuja as famílias construiram fortunas esquentando licenças vigaristas de corte. É uma pena não poder colocar os nomes deles aqui, mas tomara que no fim não termine Pizza.TO querendo ver!

  2. jango

    Desde de 1995 temos a LEI nº 11054 que dispõe sobre a Lei Florestal do Estado, nosso código estadual. Tal como o Código Florestal nacional são letras mortas para as autoridades ambientais e florestais. Antes da repressão deve haver o controle, o licenciamento. Para safarem-se de pretensa irreponsabilidade pela inoperância fazem a de praxe “blitz ambiental”, preparatória ao palco para seu “Dia do Meio Ambiente”, depois de não levarem a efeito durente todo este tempo o cumprimento da parte que lhes cabe. Vejam os artigos abaixo e tirem as conclusões:

    Art. 37. As áreas atualmente revestidas de formações florestais nativas, sem intervenção, em que ocorre o Pinheiro Brasileiro ou Pinheiro do Paraná (Araucária angustifolia). não poderão ser desmatadas de forma a provocar a eliminação permanente dessas florestas, tolerando-se somente a exploração racional desta, observadas as prescrições ditadas pela técnica, com a garantia de permanência dos maciços em boas condições de desenvolvimento e produção.

    § 1º Deverão ser mantidos, a título de porta-sementes e de material genético, o mínimo de dez indivíduos em média por hectare nas áreas remanescentes da exploração.
    …………

    Art. 64. Todos os processos solicitados à autoridade florestal deverão ser respondidos no prazo máximo de 60 dias a contar do seu protocolo, sob pena de responsabilidade salvo informações técnicas adicionais solicitadas formalmente pela autoridade florestal ao interessado que interromperá a contagem de tempo para resposta.

    Parágrafo único. O indeferimento de qualquer processo deverá ser acompanhado de laudo técnico, justificando de forma clara e compreensível a nível de produtor rural as razões técnicas ou legais do indeferimento, assinado por profissional devidamente habilitado e qualificado, sob pena de responsabilidade.
    ………
    Art. 71. O Poder Executivo do Estado deverá prever no seu orçamento, até no máximo do ano de 1998, recursos necessários para a efetiva criação. desapropriação e implantação do Parque Estadual das Araucárias, com área mínima de cobertura florestal original de 1000 hectares visando a preservação deste Ecossistema e do Pinheiro do Paraná (Araucária angustifolia), de acordo com o art. 20 das disposições transitórias da Constituição Estadual.

  3. SYLVIO SEBASTIANI

    Participei da politica por mais de 50 anos, ví, antigamente, muitos ricos, fazendeiros, industriais, entrarem na politica e sairam pobres. Agora é o contrário, vejo muito pobres,mas pobres mesmo, entrarem na politica e sairem ricos. Se a Receita Federal fizesse um levantamento nesses 25 anos, de deputado estaduais e federais, poderiam muito bem constatar a minha afirmação. Carros de alto luxo, para quem andava de lambreta e até aviões de quem não tinha dinheiro para comprar uma passagem, é coisa de arrepiar. Vejam alguns que chegaram em Curitiba com mandatos, alugaram apartamentos ou mesmo compraram simples, foram mudando, mudando e hoje tem de altíssimo luxo.

  4. miltinho

    Eu, se recebesse a “carta”, mandava direto para o arquivo redondo. Rocha Loures, vá plantar batatas. Cadeia pra todos esses salafrários.

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