10:30A saída do Evangélico

O Hospital Evangélico não vai mais atender aos funcionários públicos do Estado pelo programa Sistema de Assistência à Saúde (SAS), do governo do Estado. Soltou uma nota oficial simpática sobre isso. No ano passado registrou 200 mil atendimentos. Saiu disso porque o governo abriu uma licitação onde permitiu a entrada de concorrentes sem a mesma estrutura e, assim, priorizou o preço, que despencou e ficou distante do que o Evangélico suportaria. Este hospital atende ao serviço desde que ele foi criado no governo de Jaime Lerner. No começo do governo Requião, este tentou reativar o antigo IPE, mas desistiu, porque o SAS funciona bem. Até o último instante o deputado fedeal André Zacharow (PMDB), ex-representante do governo no escritório em Brasília, tentou manter o Evangélico, onde foi cabeça da entidade mantenedora, no atendimento. Não deu. Resta saber agora, por exemplo, o que acontece com pacientes que ali estão internados há mais de um ano e também como será o atendimento nos novos credenciados pelo Hospital São Vicente, que ganhou a concorrência. A conferir.

Uma ideia sobre “A saída do Evangélico

  1. Carlos Alberto

    É de admirar o profissionalismo do Evangélico. Houvi um relato de um pai, servidor do Estado, de que ontem, ao apagar das luzes do convênio, seu filho precisou de atendimento e foi recebido com a maior presteza, tendo sido clinicado com a maior atenção e qualidade.

    Parabéns ao Evangélico. E fica aqui um desafio ao Hospital São Vicente, vencedor da licitação: Não vai ser fácil igualar os bons préstimos deles, principalmente diante da tradicional dificuldade em receber as faturas, especialmente nos três primeiros meses de cada ano.

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