8:48Aceitar ou não, eis a questão

O senador Osmar Dias (PDT) está em meio a uma dúvida maior que a existencial e aquela que tomou conta do seu ser antes de definir que seria candidato ao governo do Estado em 2006, por conta de uma doença na perna. A sinalização para que seja líder do governo no Senado o coloca na seguinte sinuca de bico: se aceita o convite do presidente Lula, se abraça ao PT, à campanha de Dilma Roussef para presidente e terá o partido ao seu lado nao governo do Estado, criando uma situação embaraçosa com o apoio que tem dos agricultores, fechando também qualquer margem de manobra para acertos políticos com o grupo capitaneado pelo PSDB. Como o PT resolveu forçar a barra para a definição, como mostram os jornais de hoje, só resta esperar e conferir.

4 ideias sobre “Aceitar ou não, eis a questão

  1. cezar

    Já que no Brasil os acordos políticos são pessoais (não existe nenhuma coerência partidária), por que não permitir a candidatura independente?
    Boa ou não, temos que nos curvar à cultura política brasileira, que é absulamente personalista. Por que insistir em uma partidoracracia ideológica inexistente? Todos sabemos que os partidos (tantos os grandes como os pequenos) estão a serviço dos “caciques”, inclusive aqueles considerados “ideológicos” .
    Se a população “não dá bola” para os partidos, muito menos para suas falsas ideologias, vamos permitir as candidaturas independentes, isto é DEMOCRACIA.

  2. jeremias bueno

    Com partidos sem ideologias e candidatos sem propostas nem princípios é isso que dá: geléia geral!

    Como naquela propaganda da Coca-cola, teremos balão de ar abraçado com cactus, TFP abraçado com sem-terra, freirinha abraçada com traficante, o escambau.

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